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Filmes na Amazônia: conheça produções que foram ambientadas na floresta

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Quando falamos sobre filmes na Amazônia, certamente virá a sua mente um clássico dos anos 2000: Tainá

Para quem não se lembra muito bem, Tainá é uma pequena indígena que vive com seu avô próximo ao Rio Negro. Ela cresce ouvindo as histórias e lendas de seu povo. 

Certo dia, ela acaba salvando um macaquinho das mãos de um traficante de animais, que a persegue durante o filme.

Apesar de ser uma obra cativante que conquistou o coração de muitas pessoas, há outras produções cinematográficas que também foram ambientadas na Amazônia, mas não são muito divulgadas. 

Nesse post, vamos falar sobre alguns documentários e filmes na Amazônia que vale a pena você assistir para conhecer um pouco mais sobre a floresta. 

Boa leitura!

Filmes na Amazônia indicados para crianças

Se você tem crianças em casa, nós temos ótimas opções de filmes para estimular o interesse dos pequenos pela nossa floresta desde cedo. 

A primeira indicação é bem conhecida: Rio 2. Esta animação da Blue Sky Studios tem como personagem principal o Blue, uma ararinha azul que descobre que sua espécie está em extinção. 

Embarcando em uma viagem até a Amazônia, Blue e sua família se deparam com a ameaça da destruição. Vale muito a pena assistir! 

Outra animação bem bacana é “Ainbo: a guerreira da Amazônia”. Ainbo é uma adolescedente que nasceu na aldeia de Cándamo e tenta salvar seu povo de homens dominados pela ganância. 

Por último, temos o filme “Amazônia”, que foi dirigido pelo francês Thierry Ragobert. Nesta história, vemos as belezas da floresta na visão de um macaco prego que sempre foi criado em cativeiro. O visual desta produção é maravilhoso!

Confira algumas opções de filmes e documentários

Vamos começar com uma indicação nacional baseada em fatos reais: Pureza. Este filme conta a história de uma mãe que saiu em busca de seu filho que não deu mais notícias após ir trabalhar como garimpeiro. 

Após se deparar com trabalhadores rurais sendo feitos de escravos, e o desmatamento ilegal da floresta, Pureza Lopes busca pelas autoridades para tentar fazer justiça. 

Outra indicação é o documentário “A última floresta”. Lançado ano passado no Netflix, esta produção busca mostrar a rotina do grupo indígena Yanomami, que vive na Amazônia muito antes da chegada dos colonizadores. 

Além de lidar com todas as ameaças com a chegada dos garimpeiros, os Yanomamis lutam para tentar manter suas tradições vivas. 

Para quem gosta destas especulações e lendas sobre civilizações escondidas na Amazônia, uma boa indicação é o filme “Z- A cidade perdida”

Baseado em fatos reais, este filme conta a história do explorador inglês Percy Fawcett que sempre acreditou na existência de uma cidade perdida na floresta Amazônica. 

Mas, em uma de suas expedições Percy simplesmente desapareceu, e até hoje ninguém sabe de seu paradeiro. Este filme conta com artistas famosos como Tom Holland e Robert Pattinson. 

Outra obra que merece ser adicionada à sua lista é “Amazônia Eterna”. Este filme nos faz olhar para a floresta sob diferentes aspectos e levanta a discussão sobre o grande potencial no uso sustentável de seus recursos. 

O mais interessante dessa produção é que o tema levantado não é só debatido por empresários ou ambientalistas, mas também pelo próprio povo da floresta, como os ribeirinhos e os indígenas. 

Gostou das indicações? 

Conta pra gente nos comentários se você conhece mais produções que são ambientadas na Amazônia!

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Porque é importante valorizarmos o trabalho do pequeno produtor e da agricultura familiar?

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Você sabia que a maior parte dos alimentos que chegam à nossa mesa é fruto da agricultura familiar e de pequenos produtos? 

Se engana quem pensa que o agronegócio é o maior responsável por produzir comida e garantir segurança alimentar para os brasileiros. 

Na verdade, o agronegócio é destinado para a produção de commodities. Ou seja, seu foco é a exportação e o estabelecimento de vínculos comerciais. 

Na balança que define aquilo que é prioridade para o governo, claramente o agronegócio ganha disparado. 

Afinal, a agricultura familiar precisa sobreviver com somente 25% das verbas destinadas a este setor, enquanto o agronegócio se beneficia do restante. Uma divisão nada justa, não é verdade? 

Para piorar a situação, em 2020 o governo congelou o financiamento de diversos programas de incentivo ao pequeno produtor. Qual a desculpa? Falta de orçamento!

Neste artigo, vamos explicar melhor sobre a importância da agricultura familiar e como a sua situação atual afeta diretamente a quantidade e qualidade dos alimentos que chegam à sua casa. 

O que é agricultura familiar? 

A agricultura familiar se caracteriza pelos produtores de alimentos que têm como principal mão de obra os próprios parentes. Além disso, a legislação definiu um limite para as propriedades destinadas a esse tipo de atividade econômica. 

Reconhecida por lei como profissão, a agricultura familiar no Brasil é praticada majoritariamente por grupos indígenas, ribeirinhos, pescadores, extrativistas, campesinos…

A produção advinda deste trabalho abastece a mesa de grande parte da população. Além de produzir cerca de 70% dos alimentos que chegam até nós, a agricultura familiar gera emprego para mais de 10 milhões de pessoas. 

Além disso, existe uma característica importante que difere a agricultura familiar do agronegócio: o modelo de produção. 

Enquanto o agronegócio investe em monoculturas, prejudicando o solo e usando quantidades absurdas de agrotóxicos, a agricultura familiar pratica o policultivo. 

Ou seja, os pequenos produtores diversificam suas culturas preservando tanto a qualidade do solo, como dos alimentos. O manejo mais consciente da terra, respeitando o ecossistema da região, ameniza significativamente os impactos negativos sobre a natureza. 

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Créditos: Tamires Kopp/MDA

 A importância da produção familiar

Os agricultores familiares têm importância global, afinal, segundo dados da ONU, eles são os responsáveis por cerca de 80% de toda comida que é produzida no mundo. 

No Brasil, além de gerar empregos, esta atividade econômica é a principal fonte de renda de muitas famílias. Aliás, sua produção influencia diretamente no controle da inflação. 

Além disso, como citamos acima, a agricultura familiar reduz os impactos nocivos ao meio ambiente, pois muitos grupos investem no sistema agroflorestal e na produção de orgânicos. 

O resultado disso são sistemas de plantio sustentáveis que favorecem a regeneração de ecossistemas, e o fornecimento de alimentos mais nutritivos e sem qualquer tipo de veneno. 

Apesar de tudo isso, o agricultor familiar não se encontra em boas condições no atual governo e enfrenta muitos desafios para continuar suas atividades. 

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Fonte: Canva Pro

Situação atual da agricultura familiar e pequenos produtores 

Existem vários programas de incentivo que são destinados à agricultura familiar, como por exemplo: 

  • Pronaf (Programa Nacional da Agricultura Familiar)
  • Pronaf Mulher
  • Pronaf Agroecologia
  • MODERAGRO (Modernização da Agricultura e Conservação dos Recursos Naturais)

Contudo, a realidade é que alguns destes programas tiveram redução significativa do financiamento, e outros sofreram uma completa paralisação. O atual governo alega ter “estourado” seu limite de investimentos para este setor. 

Outro fator preocupante é o avanço do agronegócio que incentiva a exploração de terras. Além do aumento exponencial do desmatamento, pois a monocultura necessita de grandes áreas, diversos grupos familiares (indígenas, campesinos, extrativistas…) são cruelmente assassinados ao tentar defender suas terras. 

Uma realidade triste e absurda na qual as autoridades responsáveis simplesmente fecham os olhos. Contudo, nós podemos fazer a diferença na vida destas pessoas!

Para apoiar e incentivar o trabalho de pequenos produtos, busque investigar a origem dos alimentos que você está adquirindo. 

Em nosso site, ao clicar nos produtos você poderá verificar se ele é fruto da agricultura familiar, de uma pequena/média empresa, se a produção é gerenciada por uma liderança feminina, ou até mesmo se os produtores são pesquisadores/cientistas. 

Fontes: 

https://www.politize.com.br

https://diplomatique.org.br/o-agronegocio-produz-comida/

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Você sabe o que é Ecofeminismo? 

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O Ecofeminismo é mais uma ramificação do movimento feminista. Assim como as outras vertentes, ele tem como princípio a luta pela igualdade entre os gêneros. 

Mas, aliada a esta luta, o ecofeminismo também debate questões ambientais, que estão intrinsecamente relacionadas com a luta pelos direitos das mulheres na sociedade.

E você deve estar se perguntando: qual a relação que existe entre o movimento feminisma e o movimento ecológico? Calma, que nós vamos te explicar!

A natureza, assim como a mulher, ainda sofre com o sistema patriarcal que desde sempre exerce uma relação de dominância. 

Além disso, o grupo social que mais sofre devido às mudanças climáticas que tem ocorrido nos últimos anos são mulheres de classes sociais menos desfavorecidas. (De acordo com dados da ONU)

Por isso, a ideia deste movimento é aliar estas duas lutas e construir uma sociedade onde nenhum grupo precise subjugar o outro para se desenvolver. 

Afinal, uma relação de subordinação e exploração sempre irá resultar no prejuízo de uma das partes. 

Quer entender melhor como surgiu este movimento e quais suas principais ideias? Então, vêm com a gente!

Quais sua origens?

As manifestações ecofeministas tiveram início por volta de 1970 após uma escritora francesa utilizar pela primeira vez este termo em uma de suas obras.

Este movimento busca instituir a ideia de cooperação com a natureza. Afinal, a deterioração do meio ambiente em “prol” a evolução do homem não é nada sustentável. 

O resultado disso nós já estamos vivenciado. Contudo, quem colhe os maus frutos não são os principais responsáveis por essas mudanças. 

Por esse motivo, o ecofeminismo acredita que a união de ambos os movimentos potencializam suas forças. 

Uma sociedade que preza pela sustentabilidade não só beneficia o meio ambiente, do qual dependemos para viver, mas também as mulheres, que são as que mais sofrem com esta problemática. 

Maria Mies, Vanessa Legrumber e Daniela Rosendo são exemplos de ecofeministas que mostram como as mulheres podem e devem buscar seu espaço de fala. 

Ser uma ativista ambiental e lutar pela igualdade de gênero são ações que só fomentam o empoderamento feminino. 

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Ecofeminismo
Fonte: Canva Pro

O que o Ecofeminismo defende? 

A concepção do antropocentrismo, onde o homem é centro do universo, precisa ser substituída por uma concepção onde todos os seres  (homens, mulheres, animais, plantas…) são vistos como sumamente iguais e importantes. 

A visão de superioridade do homem em meio ao sistema econômico, cultural, político e social, resulta em um desequilíbrio em várias esferas.

Segundo a filósofa ecofeminista Vandana Shiva, que possui PhD em Teoria Quântica,  a ideia de que o mundo é apenas fragmentos de matéria bruta é completamente obsoleta. 

Afinal, o universo é composto por diferentes formas de vida que possuem diferentes níveis de energia. Tudo que existe está em constante transformação. E tudo que existe está, de alguma forma, interconectado. 

Por isso, é preciso refletir sobre a forma como nos relacionamos com a natureza, pois as influências que exercemos sobre ela afeta diretamente a nós mesmos. 

Além disso, o ecofeminismo propõe mudanças no sistema econômico vigente: o capitalismo. 

A visão de acúmulo de riquezas de forma indiscriminada pelo homem resultou não só na contaminação do meio ambiente, mas na produção de alimentos cheios de veneno.  

Por esses motivos, este movimento propõe alternativas de produções sustentáveis que valorizem a agricultura familiar, utilizem energias renováveis e conservem o ecossistema da região.

As Ecovilas são modelos de comunidades que já colocam estes princípios em prática! Buscando causar o mínimo de impacto ecológico possível, os habitantes prezam pelo cooperativismo entre as pessoas e a natureza. 

Gostou de conhecer um pouquinho mais sobre este conceito? 

Conta pra gente nos comentários o que você acha desta ideia!

Não se esquece de conferir o Kit especial do dia da Mulher! É por tempo limitado!

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Você já ouviu falar do Carnaval na Amazônia?

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Que o carnaval é uma das maiores festas que ocorrem no nosso país, todo mundo já sabe! Mas, você conhece o Carnaval na Amazônia? 

Esta festividade, que tem suas origens na Idade Média, movimenta bastante alguns estados da região norte do Brasil, principalmente a cidade de Manaus!

Contudo, apesar do carnaval amazônico também contar com os desfiles no sambódromo e os tradicionais bloquinhos de rua, os nortistas não poderiam deixar de dar seu toque especial a esta festa! 

Por isso, neste artigo vamos falar sobre algumas características do Carnaval na Amazônia, e como elementos do folclore regional foram incorporados nesta festa tão tradicional! 

Vem com a gente!

Breve história do Carnaval 

Acredita-se que o carnaval tenha como inspiração algumas festas pagãs muito tradicionais entre povos da antiguidade como os babilônios, os mesopotâmicos, os gregos e  os romanos. 

Estas festas tinham em comum rituais que representavam uma troca de papéis sociais. Além disso, tanto o excesso de bebidas e comidas, como também a prática de orgias, mostram como esta celebração está ligada aos prazeres da carne. 

Porém, na tentativa de trazer um novo significado para esta comemoração, a Igreja Católica, no período da idade média, criou a quaresma. 

Desta forma, o carnaval seria um momento onde o homem poderia ceder aos prazeres mundanos antes de cumprir um período rigorosamente religioso. 

Afinal, a quaresma são os 40 dias que antecedem a páscoa, onde as pessoas devem se devotar à prática de orações, jejuns e à caridade aos mais necessitados. 

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Carnaval em Manaus

Carnaval em Manaus

As celebrações do Carnaval na cidade de Manaus começaram no auge do ciclo da borracha. Contudo, as festas ocorriam em clubes restritos à elite da sociedade. 

No início do século XX, inspirados em tendências parisienses, os barões da cidade deram origem aos corsos carnavalescos, que era um desfile de carros e carruagens cheios de enfeites. 

Durante o desfile, perfumes e confetes eram lançados no público que também saía para as ruas para acompanhar o evento. Lembrando que os corsos também ocorriam em cidades como Rio de Janeiro, Olinda e Recife. 

Mas, foi só em 1947 que aconteceu o primeiro desfile oficial das escolas de samba que foram surgindo na cidade. 

Atualmente, além dos blocos de ruas que atraem muitas pessoas todos os anos, os desfiles dos carros alegóricos costumam ocorrer no Sambódromo de Manaus, também conhecido como Centro de Convenções do Amazonas. 

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Carnaboi

Carnaval na Amazônia: conheça o Carnaboi!

O Carnaboi é o toque folclórico que comentamos no comecinho do texto. O diferencial do Carnaval de Manaus é justamente esta mescla este os rituais tradicionais com o folclore amazonense. 

Com um programação de 5 dias, o Carnaboi conta com as figuras dos bois-bumbás que levam os seguintes nomes: Brilhante, Corre-Campo, Garanhão, Caprichoso e Garantido. 

O boi-bumbá, para quem não conhece, é uma lenda do nosso folclore que conta a história de uma escrava grávida que estava com desejo de comer língua de boi. Seu marido, tentando agradá-la, mata o boi da fazenda onde trabalhava, mas é preso por isso. 

O senhor da fazenda, revoltado com a situação, convoca padres e curandeiros que conseguem ressuscitar seu animal. Apesar de ter suas origens no Nordeste, a lenda do bumba meu boi também é muito forte na região Norte do Brasil. 

Outro evento típico desta festividade é o concurso de fantasias que ocorre no Teatro Amazonas. Com várias modalidades, o concurso premia os participantes que demonstram mais criatividade e originalidade em suas vestimentas. 

Gostou de conhecer um pouquinho melhor do Carnaval na Amazônia?? 

Então, segue a gente nas redes sociais e acompanhe nossas notícias, promoções e conteúdos amazônicos!

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Veganismo e vegetarianismo: diferença entre os termos!

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Assim como é crescente o número de pessoas que decidem parar de comer carne ou consumir qualquer produto de origem animal, houve uma aumento considerável nas pesquisas por “veganismo e vegetarianismo: diferença entre ambos”. 

Por isso, nós viemos aqui te explicar! 

Mas, antes de esclarecer sobre as principais diferenças, vamos falar sobre alguns dados super importantes que você precisa saber: 

  • Cerca de 14% dos brasileiros se declaram vegetarianos. Em algumas regiões metropolitanas esta porcentagem é um pouco maior. (dados do IBOPE 2018)
  • Mais de 50% dos brasileiros aumentaram seu consumo de produtos veganos. (dados do IBOPE 2018)
  • A busca pelo termo “vegano” teve um aumento de mais de 300% no Google Trends nos últimos 5 anos (de 2016 a 2021).
  • Cerca de 46% dos brasileiros deixam de comer carne pelo menos uma vez na semana. (dados do Ipec 2021)

Estas informações mostram uma mudança nos hábitos alimentares da sociedade que refletem diretamente em questões ambientais. 

Afinal, a agropecuária e a agroindústria acarretam em muitos prejuízos ao meio ambiente, sem falar no desequilíbrio que elas causam em vários ecossistemas. 

Neste artigo vamos conversar sobre as diferenças entre os termos vegano e vegetariano! 

Além disso, vamos falar um pouquinho sobre as principais classes de alimentos que compõem a dieta destes grupos. 

Veganismo e vegetarianismo: diferença e curiosidades

O vegetariano é a pessoa que opta por restringir o consumo de alimentos de origem animal. Já o vegano opta por restringir não só o consumo de alimentos, mas também de outros produtos, como cosméticos, que são provenientes ou testados em animais. 

Dentro do vegetarianismo existem alguns grupos de acordo com o tipo de restrição. Há os ovovegetarianos, que só comem ovos dentro de todos os alimentos de origem animal. 

Além disso, há os ovolactovegetarianos que, fora o consumo de ovos, também se alimentam de leites e derivados. 

E, há os lactovegetarianos, que consomem produtos lácteos, mas não comem ovos e nenhum tipo de carne. 

Por último, há os vegetarianos estritos, que são muito confundidos com os veganos porque eles não consomem nenhum alimento de origem animal. Mas, o vegetariano estrito só faz restrições alimentares, diferente dos veganos. 

Ficou um pouco mais claro a diferença entre cada um dos termos?? 

Confira agora alguns alimentos essenciais na dieta de todos estes grupos!

O que o vegano pode comer?

Os principais alimentos que são a base da dieta dos veganos, que deveria ser a base da alimentação de todos, são os vegetais, legumes e frutas. 

Fora a riqueza de vitaminas nestes grupos de alimentos, eles também são excelentes fontes de proteína. Preocupação máxima daqueles que pensam que a proteína só é proveniente das carnes. 

Além disso, os cereais, grãos, sementes e leguminosas, também estão presentes em grande parte das receitas veganas. O feijão, por exemplo, é alimento riquíssimo que além de ser fonte de proteína, também é fonte de ferro, cálcio e fibras. 

Se você ainda não conhece nosso Feijão Manteiguinha de Santarém, então você precisa experimentar! Além de acompanhar super bem pratos salgados com pescados, ele é excelente para preparar receitas doces! Isso mesmo! Sobremesa com feijão! 

Ainda dentro destes grupos, nós temos na nossa loja a Castanha do Pará e a Semente do Cumaru, que também é conhecida como “baunilha da amazônia”. 

Ambos são alimentos excelentes para você incluir no seu dia a dia, principalmente se você segue uma dieta vegana. 

A castanha do Pará, por exemplo, além do complexo de vitaminas C, E e B6, possui um mineral chamado selênio que atua no seu organismo como um poderoso antioxidante.

Quer saber um pouquinho mais sobre os benefícios da Castanha do Pará para a sua saúde? Então clique aqui para conferir!

E, se você acha que os veganos não podem se deliciar com um chocolate porque todos são à base de leite, você está muito enganado! 

Nós temos opções de Chocolates Amazônicos Veganos que, além de serem muito gostosos, são cultivados de forma sustentável por produtores locais da região do Rio Tocantins. 

Quer conhecer nossa seção de produtos veganos?? Então clique no link abaixo e confira agora mesmo!

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Como o consumo consciente pode construir uma cozinha sustentável?

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O que você entende por consumo consciente?? 

Você já parou para pensar no impacto que você pode causar, positivo ou negativo, com pequenas decisões que você toma durante o dia?

Com certeza você já deve ter escutado aquele ditado popular que diz:

 “De grão em grão a galinha enche o papo.”

Nós costumamos dar atenção para grandes feitos, mas não percebemos que pequenas ações acumuladas também geram grandes impactos. 

Assim funciona a cozinha sustentável! São pequenas atitudes que, quando feitas constantemente, desencadeiam em resultados positivos gigantescos que podem transformar as presentes e futuras gerações. 

Quer entender melhor sobre estas pequenas ações? Então continue a leitura e descubra como pôr em prática o consumo consciente e ter uma cozinha mais sustentável. 

Qual o verdadeiro significado de Consumo Consciente?

Para entender de verdade o que é o consumo consciente, é preciso compreender o conceito de cadeias

“Cadeias?? Como assim? Não entendi!”

Calma que eu vou te explicar! O conceito de cadeia que eu estou me referindo é semelhante ao conceito de cadeia alimentar que você já deve ter escutado falar. Olha esse exemplo: 

Quando você joga fora, por exemplo, um milho que está dentro de uma embalagem porque acabou apodrecendo depois de muito tempo, você não joga fora só o milho, mas também descarta toda a cadeia de produção daquele produto. 

Ou seja, você joga no lixo:

  • o trabalho do agricultor que plantou a semente;
  • os meses de trabalho e cuidado com a terra para o milho crescer;
  • o serviço de colheita;
  • os recursos e o tempo para o transporte daquele milho;
  • o serviço e os materiais para a embalagem;
  • o serviço do funcionário que colocou o milho exposto no supermercado;
  • o tempo do seu próprio serviço, pois você trabalhou para pagar o milho e seu dinheiro foi jogado fora. 

Ou seja, você descartou tempo, mão de obra e recursos gastos para que aquele produto chegasse até a sua mesa. 

O consumo consciente começa aí: compreendendo que uma pequena ação influencia em toda uma cadeia. 

Agora que você já aprendeu, ou só refrescou o significado de “consumo consciente” na sua mente, vêm conferir algumas medidas básicas que você pode adotar para tornar sua cozinha, da sua casa ou restaurante, mais sustentável. 

Como ter um consumo consciente dentro da cozinha?

Na sua casa

  • Evite comprar alimentos perecíveis em excesso para prevenir o desperdício;
  • Utilize as cascas dos alimentos para a produção de molhos e caldos;
  • Faça geleias e sucos com as frutas que estão muito maduras e não serão mais consumidas;
  • Utilize Ecobags quando for à feiras ou supermercados; 
  • Congele os alimentos perecíveis que você não utilizará nos dias seguintes;
  • Use filtros de café de pano; 
  • Separe seu lixo orgânico do reciclável; 
  • Reutilize embalagens de plástico ou vidro; Não é brega usar o copo de requeijão! É sustentável! 
  • Busque alimentos orgânicos de pequenos produtores da sua região.
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No seu restaurante

As mesmas sugestões citadas acima podem ser postas em práticas em um restaurante. Contudo, há algumas dicas exclusivas para quem possui um estabelecimento com foco na alimentação! 

  • Elabore um cardápio pensando na sazonalidade dos alimentos;
  • Evite utilizar alimentos em risco de extinção como a amêndoa de baru, o umbu, o pirarucu…
  • Selecione com cuidados seus fornecedores e dê preferência para agricultores familiares; 
  • Se possível, tenha sua própria hortinha de ervas e utilize dos restos de alimentos para a compostagem;
  • Realize o descarte de óleos de forma correta;
  • Observe se as porções servidas nos pratos não estão gerando muito desperdício; 
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Fonte: Canva Pro

Lembrando que se o seu restaurante ainda está na fase do projeto, você já pode fazer algumas escolhas que irão ser benéficas não só para o meio ambiente, mas também para o seu bolso, como:

  • Aproveitar bastante a luz solar para iluminar os ambientes;
  • Reutilizar a água de chuvas para alguns processos;
  • Decorar seu restaurante com artigos ecológicos;

Muito legais essas dicas, não é?

Gostou de aprender um pouquinho mais sobre estes conceitos? Quer começar a praticar estas pequenas ações que podem fazer uma enorme diferença?

Então clique agora no botão abaixo e conheça nossos produtos ecológicos!

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Belém está completando 406 anos! Conheça mais sobre a capital do Pará

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O aniversário de Belém chegou!! Entretanto, os paraenses devem estar um pouco chateados porque parece que a tradição do bolo gigante não se cumprirá novamente este ano. 

A capital do Pará está completando 406 anos e é costume que nesta data tão importante se produza um bolo enorme que é distribuído para a população. 

Infelizmente, devido aos últimos acontecimentos, esta tradição não está ocorrendo. No aniversário de 400 anos da capital, o bolo tinha nada menos do que 100 metros! Dá pra imaginar?? 

Mas, desde o ano retrasado a prefeitura local está tendo que se adaptar para evitar aglomerações. Por isso, além de não ter realizado a festa de ano novo e cancelado os blocos de carnaval de 2022, provavelmente não haverá nenhuma programação especial no dia 12 de Janeiro. 

Contudo, não vamos desanimar, afinal, precisamos celebrar esta data mesmo que não seja da forma como gostaríamos. Por isso, resolvemos escrever um artigo contando um pouquinho sobre a história de Belém, e também alguns pontos turísticos importantes que tornam esta cidade tão especial!

Boa leitura!

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Forte do Castelo
Fonte: Wikimedia Commons

Um pouquinho da história de Belém do Pará

A região onde hoje se localiza a cidade de Belém já foi cenário de muitas disputas territoriais durante o período da colonização. Isso porque, estas terras já eram habitadas pelos índios Pacajás e Tupinambás quando os portugueses chegaram.. 

Além disso, colonizadores ingleses, franceses e holandeses, também lutaram pela região que acabou sendo dominada por Portugal E, para se defenderem dos ataques tanto de outros colonizadores europeus, quanto dos índios, foi construído o Forte do Presépio. 

Conhecido popularmente como Forte do Castelo, este é um dos pontos turísticos que você precisa conhecer caso venha conhecer a capital do Pará. 

Além de possuir uma vista incrível da Baía do Guajará, e também do centro histórico da capital, a estrutura do Forte possui fragmentos arqueológicos incríveis que nos faz viajar para 1616 (ano da fundação da cidade de Belém).

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Estação das Docas
Fonte: Canva Pro

Alguns pontos turísticos em Belém 

Gastronômico

Como nós conhecemos bem nossos seguidores, sabemos que vocês gostam mesmo é de comer. Então, não poderíamos deixar de falar de dois locais fantásticos que são excelentes para quem deseja entrar de cabeça na culinária paraense. 

O primeiro ponto é um complexo com vários armazéns que fica na baía do guarujá conhecido como Estação das Docas. Sua inauguração completará 22 anos em maio deste ano. 

Este local centraliza vários elementos culturais, históricos e gastronômicos desta região. E, se você deseja provar pratos típicos paraenses, então comece seu passeio pelo Armazém 2, que também é conhecido como Boulevard da Gastronomia.   

Outro local excelente para encontrar produtos tipicamente amazônicos é o Mercado Ver-o-Peso, que fica a menos de 600 metros da Estação das Docas. 

Inaugurado no início do século 17, este mercado público, que é uma relíquia por ser o mais antigo do Brasil, já foi considerado uma das 7 maravilhas do nosso país. 

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Mercado Ver-o-Peso
Fonte: Pixabay

Arquitetônico

Agora, se você é um grande apreciador de prédios e igrejas históricas com arquiteturas de cair o queixo, Belém não irá te decepcionar. 

O Teatro da Paz, por exemplo, possui uma estrutura neoclássica belíssima que foi construída numa época de muita prosperidade para esta cidade, o ciclo da borracha. 

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Teatro da Paz
Fonte: Wikimedia Commons

Além disso, há várias catedrais como a Nossa Senhora de Nazaré, e a Catedral da Sé, que possuem esculturas e pinturas de artistas italianos como Domenico de Angelis e Giacomo Muzner. 

As referências e inspirações do estilo europeu nessas construções fizeram com que, por muito tempo, a cidade de Belém fosse conhecida como “Francesinha do Norte”. 

E aí? Gostou de conhecer um pouquinho melhor sobre Belém do Pará?

Para comemorar este aniversário tão especial, só até Domingo (dia 16/01/2022) nós estaremos presente nossos clientes com um brinde especial nas compras acima de R$129,00 reais!!

Mas é só até este Domingo!! Aproveita!! 

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Descubra os principais benefícios do café de açaí

café de açaí onde comprar

Você já deve ter experimentado alguma vez na vida o açaí, correto? Extremamente nutritivo, ele é uma ótima fonte de energia. Mas, você sabe quais os principais benefícios do café de açaí? 

Ainda não?? Nunca provou desse café? Então, calma que nós vamos te explicar tudinho sobre esta nova variedade que está conquistando os amantes desta bebida. 

Continue lendo o artigo e descubra como o café de açaí, além de ajudar o meio ambiente, está sendo um maravilhoso substituto para aqueles que têm problemas com a cafeína. Vem conferir! 

Café de açaí? Que novidade é essa?

Se você já acompanha nosso trabalho, sabe que nós apoiamos a gastronomia sustentável. Afinal, ela é uma prática importantíssima que visa o reaproveitamento de sobras orgânicas que vão parar, na maioria das vezes, no lixo. 

Talvez você não saiba, mas a produção do café de açaí é uma excelente forma de aproveitamento do caroço desta fruta que é comumente descartada. 

Por isso, agricultores da região do Pará resolveram reaproveitar esta parte do açaí que sempre virou lixo para produzir uma das bebidas mais adoradas pelos brasileiros: o café!

Você já ouviu falar que a necessidade é o maior combustível para encontrar soluções?

Pois é… além de suprir uma necessidade , a falta do café tradicional em regiões do interior do Pará, os pioneiros deste produto também solucionaram o problema do excesso de resíduos na extração do açaí. 

Curiosidades sobre o caroço do açaí

O açaí, por suas incríveis propriedades antioxidantes, está se popularizando cada dia mais e ganhando, inclusive, o mercado internacional. 

Alimento básico no dia a dia dos nortistas, a extração desta fruta sempre gerou preocupação, pois a quantidade de resíduos gerados com os caroços é muito alta. 

Mas, um fator importante que não estava sendo levado em consideração é que o caroço de açaí possui muitas fibras, como a inulina. Além de conter poucas calorias, esses compostos vegetais são excelentes para ajudar a regularizar seu sistema digestivo. 

Por isso, se você sofre com o intestino preso, experimente incluir o café de açaí na sua dieta e observe sua saúde intestinal tendo uma melhora significativa. 

E não é só isso! A presença das fibras também auxiliam no controle do índice glicêmico, e por esse motivo é uma boa opção para os diabéticos. Confira abaixo mais alguns benefícios!

café com açai
Café de Açaí

Benefícios do café de açaí

Antes de citar qualquer efeito benéfico para saúde, precisamos frisar que este produto não possui cafeína. Fato considerado por muitos, um grande benefício do café de açaí.

Afinal, a cafeína, apesar de ser um ótimo estimulante, causa o famoso efeito rebote quando consumida em excesso. 

Após o consumo do café tradicional, seu sistema nervoso sofre um grande estímulo. Mas, quando o efeito acaba, seus níveis de energia caem drasticamente e você se sente muito mais cansado do que antes. 

Algo que não acontece com o café de açaí. Apesar de não ter o mesmo efeito estimulante, este produto tem muito mais benefícios como a presença dos compostos fenólicos, também chamados de flavonoides.

Suas propriedades antioxidantes fazem com que estes compostos sejam excelentes para combater a ação dos radicais livres e evitar, por exemplo, doenças cardiovasculares. 

Além disso, a farinha moída feita do caroço de açaí também possui o famoso Ômega 3. Muito consumido em cápsula, este composto costuma ser recomendado para quem precisa controlar a glicemia e reduzir os níveis de colesterol. 

Fora isso, o Ômega 3 possui um poderoso efeito anti inflamatório que auxilia nas funções cerebrais melhorando sua disposição, aumentando sua concentração e prevenindo problemas de memória, como o Alzheimer. 

Interessante, não é mesmo?

Aliás, um detalhe interessante é que por passar pelos mesmos processos de produção, os caroços moídos de açaí possuem certa semelhança com o sabor do café. Pode ser que você ache um pouquinho mais amargo, mas ainda sim é uma delícia. 

Ficou com vontade de experimentar esta exótica variedade do café? 

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Conheça o famoso Mercado Municipal Adolpho Lisboa

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Você sabia que o Mercado Municipal Adolpho Lisboa foi projetado pelo mesmo engenheiro que realizou o projeto da Torre Eiffel na França? Incrível, não é?

Também conhecido como Mercado Municipal de Manaus, ou Mercadão, ele é um ponto que você não pode deixar de visitar caso esteja conhecendo a capital do Amazonas. 

Afinal, além de possuir uma belíssima arquitetura, o Mercado Municipal centraliza toda a riqueza cultural e gastronômica do estado de Manaus.  

Quer saber um pouquinho mais sobre sua história e descobrir várias curiosidades sobre este centro comercial tão badalado? Então continue a leitura!

História do Mercado Municipal Adolpho Lisboa

Inaugurado em 1883, o nome deste mercado é em homenagem ao prefeito de Manaus da época. Aliás, esta obra custou mais de 300 mil contos de réis. Isso equivale a mais de 10 milhões de reais nos dias atuais. 

Com sua estrutura feita de ferro, a construção do Mercado Municipal foi um marco importante do ciclo da borracha. Neste período, o estado de Manaus estava prosperando muito por conta da extração e comercialização do látex.

Assim como outros mercados que foram criados na mesma época, o objetivo principal destas construções era proporcionar aos comerciantes de alimentos melhores condições de trabalho e higiene. 

Lembrando que desde 1987, tanto por sua arquitetura, como por sua relevância comercial, o Mercado Municipal de Manaus foi considerado pelo IPHAN como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. 

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From Wikimedia Commons

Arquitetura do Mercado Municipal de Manaus 

O Mercadão, dividido em vários pavilhões, teve inspiração no estilo Art Nouveau, onde as formas orgânicas e os materiais como o ferro são bastante apreciados.

Inclusive, um novo pavilhão projetado por um companhia escocesa foi construído em 1908 só para os comerciantes que vendiam carne de tartaruga. E, diferente dos outros espaços, este pavilhão foi totalmente coberto. 

Com muitos vitrais, grades e arcos ornamentados distribuídos por toda sua estrutura, o Mercado conta com mais de uma entrada principal. 

Lembrando que o Les Halles, antigo mercado de Paris, também serviu de inspiração para o projeto arquitetônico deste local. 

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By Lúcia Barreiros From Flicker

O que fazer no Mercado Municipal Adolpho Lisboa

O famoso Mercadão tem de tudo um pouco! Lá é um dos melhores lugares para você escolher ingredientes típicos da região amazônica como o tucupi, o jambu, o açaí, a pupunha, o guaraná, fora a variedade de farinhas que é imensa.

Além disso, você encontrará fresquinho diversos tipos de camarões, crustáceos e peixes de água doce. Tanto para comprar, como para comer! Afinal, há vários restaurantes dentro do mercado onde você poderá experimentar deliciosos pratos regionais. 

Contudo, se você não está a procura apenas de comida, há também os pavilhões que são cheios de lojinhas de artesanatos. Uma excelente oportunidade para você levar para casa objetos decorativos que representam muito a cultura local, que carrega na sua essência os costumes indígenas.

Há também as barracas de ervas, que são muito utilizadas tanto na gastronomia, como para fins medicinais. Mais uma herança dos povos indígenas que possuem profundo conhecimento das propriedades curativas de tudo o que a natureza nos dá. 

Conhecer este Mercado precisa estar nos seus planos de viagem! Além da belíssima arquitetura, você poderá experienciar e conhecer vários elementos culturais em um único lugar.

Gostou de saber um pouco mais sobre o Mercado Municipal de Manaus? 

Então não deixe de acompanhar nosso blog com postagens semanais e conteúdos exclusivos preparados especialmente para você!

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Ilha do Combu: conheça o paraíso pertinho de Belém

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Buscando tranquilidade, comida boa e profunda conexão com a natureza? Então visite a Ilha do Combu há 15 minutinhos da cidade de Belém. 

Este é um ótimo passeio para quem está conhecendo o Pará e quer se desconectar um pouco da agitação das grandes cidades. 

Com várias opções de restaurantes, muitos turistas visitam esta ilha para se deliciar com as comidas tipicamente paraenses. 

Além disso, há opções de lazer dentro dos próprios restaurantes, como piscinas, trilhas e espaços de jogos, que são excelentes para passeios em família!

Quer conhecer um pouquinho melhor sobre a Ilha do Combu antes de visitá-la? Então continue a leitura e anote todas as dicas!

Ilha do Combu: como ir?

Apesar de parecer difícil, chegar à Ilha do Combu é super simples. Basta pegar um barco, meio de transporte utilizado pelos moradores da ilha, que sempre sai da Praça Princesa Isabel (localizada no bairro Condor).

A passagem varia entre R$7,00 e R$10,00 reais. Lembrando que durante a semana a frequência de embarcações em direção à ilha é bem menor. 

Ilha do Combu: pousadas

A maior parte dos turistas que visitam esta ilha costumam passar somente uma tarde. Até porque, por ser bem pequena, não há muitas atrações ou eventos. 

O que mais atrai as pessoas, além do sossego proporcionado pela floresta, é a incrível experiência gastronômica que você terá ao visitar qualquer um dos restaurantes.

Por isso, não há quase nenhuma opção de estadia ou hotel. A única indicação que nós temos é da Olaria River Hostel. Apesar de haver poucas acomodações, os quartos são bem equipados, e ainda há a opção de café da manhã incluso. 

Ilha do Combu: restaurantes

Diferente das estadias, as opções de restaurantes são diversas. Antes de ir, é bom conferir o cardápio, os preços e também as opções de lazer. 

Um dos locais mais bem recomendados nesta ilha é o famoso Saldosa Maloca, que está funcionando atualmente de sexta a segunda. 

Além de uma linda vista para o Rio Guamá, a comida é muito elogiada. Mas, por conta de sua fama, o preço é um pouco salgado.

Apesar de haver opções de trilhas e tirolesas, há outras alternativas com uma infraestrutura um pouco mais robusta, como o Solar da Ilha.

O preço não é muito diferente do Saldosa Maloca, mas o restaurante, além de comida boa, conta uma piscina, hidromassagem e várias espreguiçadeiras para você tirar aquele cochilo depois do almoço.   

Mas, se o que você busca é um combo de “preço acessível + lazer para a família”, então as outras opções são: o Nossa Maloca, o Casa Combu e o Kakurí. 

Conheça a Fábrica de chocolate

Uma parada obrigatória para quem visita esta ilha é a Casa da Dona Nena. Isso porque, a produção e comercialização de cacau é praticamente uma marca registrada deste local. 

Além disso, a história de superação e o delicioso chocolate da Dona Nena, que é bastante reconhecido inclusive por alguns renomados chefs brasileiros, é algo que atrai muitos turistas. 

Para começar, você pode fazer uma visita guiada para conhecer um pedacinho da Amazônia e os tesouros que ela nos dá, como o cacau, o cupuaçu e o açaí. Para fechar com chave de ouro, faça uma degustação de alguns chocolates amazônicos e doces típicos da região. 

Se você ainda não provou o chocolate amazônico, não sabe o que está perdendo! É simplesmente uma delícia!

Gostou de saber um pouquinho mais sobre a Ilha do Combu? 

Então não deixe de acompanhar nosso blog, pois neste período de férias teremos várias dicas de viagens e destinos inesquecíveis na região norte do Brasil! Não perca!

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Você já conhece Alter do Chão no Pará?

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Finalmente o verão chegou! Época de férias, confraternizações e um merecido descanso. Por isso, viemos te dar uma dica de destino de viagem inesquecível: Alter do Chão!

Reconhecido internacionalmente como uma das praias mais belas do Brasil, e cenário inclusive de uma das novelas da Globo, Alter do Chão é um verdadeiro caribe de água doce.

Situado em Santarém, no estado do Pará, este destino possui diferentes atrações dependendo da época do ano. 

Neste artigo vamos te dar várias dicas caso você esteja se planejando para visitar este paraíso. Vem conferir!

Alter do chão: quando ir?

Depende do itinerário que você deseja fazer! Se você é uma pessoa mais praiana, então é melhor ir na temporada de seca que começa em agosto e termina no início do mês de janeiro.

Mas, se você é apaixonado por fazer passeios de barco, e quer ter a oportunidade de apreciar melhor algumas espécies de animais comuns da região, então viaje entre o final do mês de janeiro e início do mês de julho. 

Alter do chão: como ir?

Se você está partindo de Brasília, Belém, ou Manaus, então é possível pegar um voo direto para o aeroporto de Santarém, que fica a menos de 40 km de Alter do Chão.

Do aeroporto é possível recorrer a um táxi, ônibus, ou você pode optar por um carro alugado. Contudo, esta última opção tem suas desvantagens porque depois que estiver na vila você perceberá que a maioria dos passeios são feitos a pé, ou de barco. 

Alter do chão: pousadas

Antes de falar de algumas opções de hospedagem, é importante ressaltar que fazer reservas com antecedência é o mais recomendado. Afinal, as alternativas são um pouco limitadas. 

Há opções de pousadas e bangalôs que ficam bem próximos das praias mais famosas, e possuem uma incrível integração com a natureza, como a Pousada Boutique Villa Alter, Pousada Villa Arumã, Pousada Vila AMZ, entre outras. 

Há também algumas opções de hotéis com quartos mais tradicionais, mas que são super bem equipados, como o Agualinda Hotel, e o Hotel Mirante da Ilha, que tem vista para a Ilha do Amor. 

Alter do chão: praias

Ilha do Amor

Se você está em busca de areia branca, águas cristalinas e uma boa infraestrutura com barraquinhas, então visite a famosa Ilha do Amor. 

Esse é um dos points mais frequentados pelos turistas, principalmente no verão. Mas, se você deseja conhecer outras praias banhadas pelo Rio Tapajós, então visite o Cururu, a Ponta do Mureta e a Praia do Cajueiro. Lembrando que o pôr do sol visto destas praias é um espetáculo sem igual!

Lago Verde

Esta ilha fica exatamente entre o Rio Tapajós e a Ilha do Amor. Contudo, ela só aparece no período de estiagem das chuvas. 

Além de ser excelente para tomar banho, a natureza ao ser redor é exuberante. Fato que nos faz lembrar dos passeios incríveis pela Floresta Encantada!

Fora a oportunidade de conhecer de perto algumas comunidades ribeirinhas, as excursões de barco te levam para uma imersão dentro da selva amazônica. 

Aproveite a Festa do Sairé

Pretende conhecer esta região no mês de Setembro? Então não deixe de aproveitar esta celebração folclórica que dura cerca de 5 dias. 

Mesclando elementos católicos e profanos, a Festa do Sairé é cheia de rituais, músicas e danças coreografadas. Um verdadeiro espetáculo que atrai muitas pessoas todos os anos. 

Um dos pontos altos desta celebração é o Festival do Botões, que representa a luta entre o boto-cor-de-rosa e o boto tucuxi, ao som do carimbó (ritmo tipicamente amazônico).

Gostou de saber um pouquinho mais sobre o caribe brasileiro? 

Então fique ligado no nosso blog

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Pato no Tucupi: conheça esta deliciosa receita paraense

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Você já experimentou o pato no tucupi?? 

Não há melhor momento para falarmos deste prato tão famoso, principalmente no estado do Pará. Afinal, além de ser muito consumido durante a festividade do Círio de Nazaré, esta receita também é muito comum nas ceias de Natal e Ano Novo na região norte do Brasil. 

Este prato carrega em sua história o costume dos povos indígenas de temperar as carnes e peixes com o tucupi. Diferente do hábito de utilizar o sal para dar sabor na comida, os povos indígenas utilizam outros alimentos para dar tempero. 

Além do tucupi, o uso de pimentas sempre foi muito presente nesta culinária. Não é à toa que o pato no tucupi também leva algumas pimentinhas. Mas o tipo e a quantidade é à gosto!

Vem com a gente conferir mais curiosidades sobre esta receita e quais as suas variações! 

Boa leitura!

Variações e dicas de preparação do Pato no Tucupi

Ícone da gastronomia paraense, a receita tradicional leva como proteína a carne de pato. Mas, em outras regiões do Brasil onde esta carne é mais difícil de se encontrar, é comum utilizar o frango como substituto. 

Além de ser mais barato, o frango também atribui a este prato um sabor especial. Mas, o tempo de preparo e ponto das carnes são diferentes. Além de ser mais gorduroso, o pato é uma carne de caça, e por isso leva muito mais tempo para ficar pronto. 

Caso você deseje preparar a receita autêntica, mas nunca cozinhou um pato na sua vida, confira essas dicas preciosas: 

  • Utilize todas as partes do pato, inclusive os ossos;
  • Retire o excesso de gordura de algumas peças;
  • Sempre deixe a carne de pato temperada descansado de um dia para o outro;
  • Use o excesso de gordura retirada para dourar o pato posteriormente;
  • Reduza bem o caldo de tucupi antes de incorporá-lo com a carne;

O Tucupi e o Jambu

Estes dois ingredientes amazônicos são essenciais na preparação. Contudo, é preciso saber dosá-los para que o sabor não fique muito ácido.

O Tucupi, por exemplo, é um caldo derivado das raízes da mandioca brava que passa por um longo período de cozimento para a retirada do cianeto (substância tóxica para o organismo). 

Por isso, não recomendamos que você faça em casa. É mais simples e seguro comprar um pronto. No nosso site, temos opções de tucupi de até 1 litro para que você possa preparar esta receita maravilhosa. 

Já o jambu deve ser adicionado nos 5 minutos finais do cozimento. Lembrando que este prato necessita de um processo de cocção lento, pois o molho precisa ser bem reduzido e a carne precisa de tempo para incorporar os sabores. 

Se você ainda não conhece muito sobre estas duas iguarias amazônicas, então confira nossos artigos “O que é o Tucupi?” e “O jambu faz bem para a saúde?” que estão disponíveis no nosso blog. 

Pato no Tucupi no Círio de Nazaré

O Círio de Nazaré é uma festividade que mobiliza o Pará inteiro! Sem exageros! De cunho católico, este é o dia em que as pessoas vão às ruas demonstrar toda sua devoção pela Nossa Senhora de Nazaré. 

Além de ser um dos maiores eventos mundiais, esta manifestação já foi considerada pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade.

Por atrair milhares de pessoas em apenas uma manhã, os paraenses aproveitam para apresentar aos turistas sua cultura e gastronomia popular.  

Por isso, o almoço deste dia, tanto nas casas como nas feiras de rua, é pato no tucupi com maniçoba e arroz. 

Caso você visite o Pará no mês de Outubro, a degustação destas receitas já é garantida!

Curtiu este conteúdo?? Quer conhecer mais receitas com ingredientes amazônicos?? 

Além do nosso blog, temos a sessão de receitas da amazônia ensinando vários pratos deliciosos. Confira!