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Conheça a história do Hidromel: a bebida dos deuses!

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Se você acompanha nossas novidades, então viu que o mais novo lançamento da Flor de Jambu é o Hidromel Uruçun da Amazônia. E você sabe qual o segredo por trás do sabor divino desta bebida? Calma, que nós vamos te contar…

Ele é feito com o mel de abelhas sem ferrão nativas da nossa floresta! Mais um produto que ajuda agregar valor para os insumos da região amazônica, contribuir para o trabalho de pequenos produtores e fortalecer a bioeconomia. 

Além de ser um produto amazônico inovador, todo seu processo de fabricação colabora para manter a floresta em pé e proteger as principais responsáveis pela produção do mel, as abelhas.

Lembrando que as abelhas são de extrema importância para o equilíbrio dos ecossistemas e possuem um papel essencial na produção de alimentos mundialmente.

Quer conhecer um pouco mais sobre as origens do Hidromel e entender porque ele já foi considerado uma bebida dos deuses? Então, vem a gente!

Hidromel: o que é? 

Para produzir o hidromel são necessários só três ingredientes: mel, água e leveduras. Assim como o vinho, esta bebida passa por um processo de fermentação que transforma o açúcar em álcool. 

Com o passar do tempo, algumas civilizações experimentaram adicionar outros ingredientes, como temperos, frutas, pimentas e ervas, para criar diferentes tipos de sabores. 

Acredita-se que o hidromel é a bebida alcoólica mais antiga da história, pois ela pode ser produzida espontaneamente na natureza. Isso porque, se a água da chuva entrar em contato com o mel, e leveduras selvagens entrarem em contato com esta mistura, após o processo de fermentação natural se obtém o hidromel. 

Ao encontrar esta bebida na natureza, nossos ancestrais tentaram reproduzi-la mesmo sem compreender sobre os processos químicos da fermentação. Essa falta de compreensão fez com que a produção do hidromel estivesse por muito tempo relacionada com algo místico, e até mesmo divino. 

Mas, a dúvida é: qual foi a primeira civilização que conseguiu reproduzir o hidromel?  

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Hidromel
Fonte: Canva Pro

As origens desta bebida

Não se sabe ao certo qual foi a primeira civilização que produziu esta bebida. Mas, uma das evidências arqueológicas mais antigas mostra que os chineses consumiam um tipo de líquido muito parecido com o hidromel há 7.000 anos a.C.

Além disso, também há registros em manuscritos indianos que foram escritos 1.500 anos a.C. que falam sobre uma bebida alcoólica feita de mel. 

O hidromel também aparece em escrituras da Grécia Antiga. Nomeado como ambrosia, esta bebida era considerada muito benéfica para a saúde e, por isso, era muito ligada aos deuses gregos. 

O mel, quando consumido em quantidades adequadas, traz muitos benefícios ao nosso organismo, pois ele é rico em minerais, contém vitaminas, além de ter propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e antimicrobianas. 

Contudo, por não obterem esse tipo de conhecimento, tanto os gregos, como outras civilizações, rotularam o hidromel como algo místico e sagrado. 

Na Idade Média houve uma grande ascensão de seu consumo, principalmente entre os povos Vikings. Eles tinham o costume de consumir esta bebida durante rituais e cerimônias importantes. 

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Bebida dos Vikings
Fonte: Canva Pro

Além disso, há várias lendas na mitologia nórdica que falam sobre a origem do hidromel. Estes povos acreditavam que Odin, o mais poderoso dos deuses nórdicos, ganhou poderes depois de bebê-lo. 

Apesar de toda sua popularidade, o consumo do hidromel começou a cair drasticamente com o tempo, tanto pelo seu alto valor, como pela dificuldade em se produzir o mel. A uva, por exemplo, era muito mais simples de ser cultivada e, por isso, o vinho acabou ganhando mais espaço por toda a Europa. 

Mas, essa realidade vem mudando nos últimos anos e o mercado do hidromel vêm ganhando força, principalmente por conta de seu aparecimento em séries e filmes famosos que acabaram gerando a curiosidade do público. 

Bateu aquela vontade de experimentar? 

Então, não perca tempo e compre agora seu Hidromel da Amazônia clicando no botão abaixo!

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Qual a importância da Amazônia globalmente?

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Você sabe qual a real importância da Amazônia para o mundo? Já se perguntou quais seriam as consequências caso ela fosse completamente destruída? 

Infelizmente, a concretização deste cenário não é uma realidade muito distante, caso medidas efetivas não sejam tomadas para frear o desmatamento. Pesquisas científicas internacionais já alertaram sobre o processo de savanização que grande parte da floresta está sofrendo. 

Além de contemplar a maior biodiversidade do planeta, com muitas espécies ainda desconhecidas, a Floresta Amazônica funciona como um grande sumidouro de carbono, que é fundamental para controlar o efeito estufa e manter o equilíbrio das temperaturas. 

Além disso, a Amazônia é o lar de milhões de famílias que dependem dos recursos da floresta para sua subsistência. Várias comunidades tradicionais desta região enfrentam uma luta extremamente injusta em prol da sua conservação. 

Um estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) mostrou que o desmatamento teve um aumento de mais de 50% no atual governo. Sem falar no declínio de vários órgãos de fiscalização e na negligência perante à vários crimes ambientais. 

Nesse artigo, vamos explicar porque a importância da Amazônia é global, e falar um pouco do potencial que a floresta tem para fortalecer a economia brasileira. 

Boa leitura!

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Fonte: Canva Pro

Entenda a real importância da Amazônia

Rios Voadores

Que a Amazônia possui o maior rio do mundo, muitos já sabem. Mas, você sabia que a Floresta Amazônica também tem Rios Voadores? 

Esse termo é utilizado para se referir à imensa quantidade de água emitida pelas árvores em forma de vapor. Por isso o clima desta região é tão úmido!

Estima-se que cada árvore consegue “bombear” do solo aproximadamente 500 litros de água por dia, liberando no total cerca de vinte bilhões de toneladas de água na atmosfera diariamente.

Grande parte desta água é transportada pelos rios voadores irrigando várias regiões do Brasil e também outros países da América do Sul. Ou seja, sem a Amazônia…

  • alguns estados brasileiros viraram verdadeiros desertos, onde a chuva seria extremamente escassa;
  • a diminuição do ciclo de chuvas iriam afetar diretamente a produção agrícola, resultado no aumento do preço dos alimentos;
  • várias regiões enfrentariam problemas com o abastecimento de água, principalmente no período de seca;
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Fonte: Canva Pro

Controle Climático 

A Amazônia tem um papel importante no controle climático global, por isso vemos tantos países no exterior preocupados com a sua situação atual. 

Como citamos, a floresta sempre funcionou como um sumidouro de carbono, pois as árvores absorvem o CO2 para fazer fotossíntese. Ao absorver grande parte de CO2 da atmosfera, a Amazônia sempre colaborou com a redução do efeito estufa, que é responsável pelo aumento das temperaturas terrestres. 

Contudo, nos últimos anos vários estudos constataram que a Amazônia emitiu mais CO2 do que absorveu. Ou seja, nossas florestas estão se tornando fontes emissoras de carbono devido ao alto nível de desmatamento. 

Isso agrava não só as mudanças climáticas, como também corrobora para o desequilíbrio dos ecossistemas da região, afetando negativamente a biodiversidade.  

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Fonte: Canva Pro

Bioeconomia

A bioeconomia une a aplicação de novas tecnologias com o estudo de recursos biológicos para desenvolver produtos sustentáveis com alto valor agregado. 

Este modelo econômico engloba a produção de biocombustíveis, cosméticos, medicamentos, vacinas, alimentos…

E por quê o Brasil tem chances de se tornar uma grande potência caso invista em bioeconomia? Pois a Amazônia é detentora da maior biodiversidade do mundo, ou seja, temos a maior fonte de recursos biológicos do planeta. 

Mas, a realidade é que nossas florestas estão sendo destruídas ilegalmente para dar espaço à pecuária, que além de piorar o efeito estufa, também possui baixíssimo retorno financeiro comparado a outras atividades econômicas que prezam pelo manejo sustentável. 

Este artigo foi útil para você? 

Confira também nosso texto “Ecoprodutos: bons para a natureza e para a sua qualidade de vida” clicando no botão abaixo!

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Ecoprodutos: bons para a natureza e para a sua qualidade de vida!

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Os ecoprodutos são a nova tendência que está fortalecendo o mercado sustentável. O número de consumidores conscientes que levam em consideração os impactos ambientais no momento da compra está crescendo a cada dia. 

Segundo uma pesquisa feita em 54 países pela Economist Intelligence Unit, o número na procura por produtos sustentáveis na internet teve um aumento de mais de 70% nos últimos anos. 

Além disso, o fato do produto ser ecológico ou não está influenciando cada vez mais a decisão de compra. Por isso, estamos vendo uma ascensão nas iniciativas de várias empresas em tentar tornar seu produto e o processo de produção mais sustentáveis. 

Nesse artigo, vamos falar um pouco mais sobre o que são os ecoprodutos e quais seus principais benefícios! Vamos lá? 

O que são ecoprodutos? 

Os ecoprodutos são mercadorias que não agridem o meio ambiente, tampouco a saúde das pessoas. Sua produção tem como objetivo colaborar com o desenvolvimento sustentável tendo como base a responsabilidade ambiental. 

Para isso, seu processo de fabricação precisa levar em consideração questões como: 

  • Matéria-prima utilizada.
  • Quantidade de resíduos gerados durante a produção. 
  • Potencial de reutilização ou renovação;
  • Quantidade de água ou energia usada na fabricação;
  • O tipo de embalagem; 
  • A logística e meios de entrega; 

Todos estes fatores vão influenciar no quanto aquele produto estará causando um impacto no meio ambiente. Além disso, é importante a presença dos selos de certificação que garantem que a mercadoria é realmente sustentável. 

Sua importância na sociedade atual

Nosso modelo de economia vem carregado de uma ideologia que nos leva a pensar que nós precisamos “ter para ser”. Esse pensamento criou uma sociedade consumista que só enriquece aqueles que se dedicam à produção em massa. 

Contudo, o resultado disso está sendo o esgotamento de recursos naturais, toneladas e toneladas de lixo, além da poluição do meio ambiente que está nos levando a caminho de uma crise climática. 

Já está mais do que claro a urgência em transformarmos nossa forma de desenvolvimento e a nossa relação com os bens de consumo. Afinal, somos nós, e as futuras gerações, que seremos prejudicados por todas essas ações. 

Por isso que a prática da sustentabilidade, principalmente no momento da compra, nunca se fez tão necessária. Ao adquirir ecoprodutos você colabora com a preservação do meio ambiente, melhora sua qualidade de vida e, muitas vezes, economiza!

Ecoprodutos da Flor de Jambu

Se você já é cliente da Flor de Jambu, então você sabe toda a preocupação e cuidado com a origem dos produtos comercializados e, principalmente, o modo como foram produzidos. 

Como forma de colaborar com o desenvolvimento sustentável, e estimular as pessoas a terem práticas mais ecológicas, a Flor de Jambu incluiu ecoprodutos em suas lojas.

Um destes produtos é o Ecofiltro! Prático e sustentável, o Ecofiltro é feito de um pano reutilizável. Após coar seu cafézinho, basta lavá-lo com água para usar novamente. 

coador sustentável
ecofiltro

Se você ainda tem o costume de usar sacolas plásticas quando vai às feiras, ou quando vai comprar verduras e frutas no supermercado, então você precisa conhecer os sacos sustentáveis

O plástico é um dos materiais que mais demora para se decompor na natureza. Além disso, ele é a causa da morte de mais de 100 mil animais marinhos por ano, segundo dados da ONU. 

sacolas sustentáveis

Outro produto que você precisa conhecer, e que vai te ajudar a armazenar frutas e legumes na geladeira por mais tempo, é o pano de cera de abelha!

Além de ser ótimo para manter os alimentos mais frescos, você também pode usá-lo para cobrir potes e vidros ao invés de usar o filme plástico. 

pano tecido de cera de abelha
pano de cera de abelha

Por último, há os sacos de algodão cru, que também são excelentes substitutos para as sacolas plásticas. Extremamente versáteis e resistentes, você pode utilizá-los tanto para guardar alimentos, como para carregar produtos ou lanchinhos na sua bolsa durante uma viagem, por exemplo.

saco de algodão cru

Gostou de conhecer melhor sobre os Ecoprodutos?? 

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A importância do Dia Internacional dos Povos Indígenas

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Em 9 de Agosto de 1995 foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) uma data de extrema importância: o Dia Internacional dos Povos Indígenas

Esta data nos faz refletir sobre uma luta histórica de vários grupos que ainda não usufruem plenamente de direitos fundamentais como a autodeterminação de seu povo. 

Infelizmente, mesmo após tantas evoluções que passamos na sociedade, quando falamos da situação dos povos indígenas, principalmente no Brasil, vemos que estamos uns 500 passos atrás. 

A mentalidade arcaica do colonialismo deixou vários vestígios. Uma prova disso é todo desrespeito, discriminação e exclusão que estas comunidades ainda enfrentam. 

Por conta das ações políticas antiambientalistas e anti-indígenas do atual governo, a  invasão dos territórios e violência contra a vida destes povos só aumentaram nos últimos anos. 

Por isso, resolvemos dedicar um artigo exclusivo para debater sobre este assunto. Afinal, um dos caminhos para combater todas estas injustiças é educando, informando e ajudando a evidenciar ao máximo esta temática. 

Tenha uma boa leitura! 

Povos indígenas: um história de luta sem fim

É de praxe nas escolas estudarmos sobre o período de colonização no Brasil. Todos sabemos da extrema violência que vários grupos indígenas sofreram na época. De acordo com dados da Funai, em 1500 a população indígena tinha cerca de 3 milhões de habitantes. 

Aproximadamente 150 anos depois, este número caiu mais de 20%. Ao longo do tempo, este cenário foi piorando e vários grupos indígenas simplesmente desapareceram. 

Julgados como seres inferiores, eles viram suas casas, suas terras, sua cultura e suas crenças sendo massacradas e oprimidas.  Sem falar de toda exploração sexual e trabalhista que eles passaram por muitos anos. 

Apesar de termos conhecimentos básicos sobre a forma como os indígenas foram tratados durante a história do nosso país, pouco se fala sobre outras questões que envolvem estes grupos. 

Não é à toa que existe um ideia arraigada no senso comum de que todos os povos indígenas são iguais, falam a mesma língua, cultuam as mesmas divindades e possuem os mesmos costumes. 

Esse pensamento errôneo faz parte da falta de interesse da sociedade como um todo em divulgar e ensinar mais a fundo sobre toda sua cultura. 

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Fonte: Canva PRO

A sabedoria inexplorada dos Povos Indígenas

Apesar de subestimados, os povos indígenas são detentores de uma sabedoria única. Afinal, a relação que eles desenvolveram com a natureza ao longo de sua história foi completamente diferente de qualquer outra sociedade. 

O detrimento do meio ambiente em nome da “evolução” já está apresentando seus resultados. Os efeitos das mudanças climáticas já afetam milhares de pessoas ao redor do mundo.   

E é aí que entra toda a sabedoria dos povos indígenas que não conhecemos o suficiente. A visão de desenvolvimento destes grupos podem nos ajudar a encontrar soluções para essa problemática ambiental que estamos enfrentando. 

A ideia de superioridade do homem sobre todas as coisas é prepotente, presunçosa e nada sustentável. Precisamos enraizar na nossa cultura novos valores para que as futuras gerações tenham uma relação de respeito e troca com a natureza. 

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Fonte: Canva PRO

Txai Suruí: a 1° mulher indígena que discursou na COP 26

Nesta data tão importante não poderíamos deixar de falar sobre um fato que vai ficar para a história, além de representar uma grande conquista para os povos indígenas. 

Txai Suruí, uma jovem de 24 anos, foi a primeira brasileira indígena a fazer um discurso na Conferência da Cúpula do Clima (COP 26) em outubro do ano passado. 

Estudante de direito, Txai Suruí relatou durante a abertura oficial sobre o aumento do desmatamento da Floresta Amazônica. 

Infelizmente, após sua fala ela começou a ser atacada nas redes sociais com comentários racistas e misóginos depois de um comentário esdrúxulo do atual presidente. 

Pimenta Assîsî: um produto feito por mulheres indígenas

Já que estamos abordando esta temática tão relevante, não podemos nos esquecer de falar sobre um produto da Flor de jambu que é fruto do trabalho dos povos indígenas. 

A pimenta Assîsî é feita com 23 tipos de pimentas diferentes e pode ser utilizada no tempero de variadas carnes. 

Todo o processo de produção, desde o plantio até a comercialização, é realizado por mulheres indígenas de diferentes etnias, como os povos Waiwai, que vivem ao longo dos rios Trombetas, Mapuera e Cachorro. 

Ao adquirir um produto feito por mãos indígenas você estará incentivando, apoiando e empoderando o trabalho e cultura destas comunidades! 

Para conhecer mais sobre Pimenta Amazônicas é só clicar no botão abaixo!

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Conheça os principais pontos turísticos em Santarém

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Quem visita o estado do Pará não pode deixar de conhecer a “Pérola dos Tapajós”. Por isso, resolvemos vir falar aqui no blog sobre os principais pontos turísticos em Santarém. 

Banhada por dois rios, Amazonas e Tapajós, a cidade de Santarém é o local perfeito para quem quer desfrutar da natureza e mergulhar na cultura amazônica. 

Para chegar a Santarém saindo de Belém, a opção mais rápida é pegar um avião. A viagem leva cerca de 1h30. Há também outras duas alternativas: ônibus ou barco. A primeira tem a duração de 30 horas e a segunda demora cerca de 2 dias.

Agora, se você estiver saindo de Manaus, a viagem de avião dura cerca 1h10, e a viagem de barco dura cerca de 30 horas. 

Apesar de ser distante, vale muito a pena conhecer esta cidade. Além dos passeios culturais, há várias opções de praia de água doce com areias branquinhas. 

Sem falar na culinária da região! Lá você poderá experimentar o delicioso tacacá, que é feito com o famoso tucupi, e desfrutar dos deliciosos peixes amazônicos como o tambaqui, o pirarucu, o surubim, o tucunaré…

Quer conhecer os principais pontos turísticos em Santarém? Então, continue a leitura e comece a fazer o planejamento da sua viagem. 

Pontos Turísticos em Santarém

Orla de Santarém

Inaugurada no aniversário de 361 anos da cidade, a Orla de Santarém tem 1.640 metros de extensão. Ela foi construída para estimular o turismo da região e ajudar na prevenção de enchentes. 

A orla é uma excelente opção para quem quer dar uma caminhada no final da tarde, fazer um lanchinho e apreciar o pôr do sol em um dos seus 6 píeres flutuantes. Além disso, dá para ver o encontro das águas, que é outra experiência incrível. 

Encontro da Águas

Este fenômeno da natureza ocorre entre vários rios da região Amazônica. Em Manaus, por exemplo, muitas pessoas vão contemplar o espetáculo que é o encontro entre o Rio Negro e o Rio Solimões. 

Em Santarém é possível apreciar o encontro do Rio Amazonas e o Tapajós, que fluem juntos por muitos quilômetros, mas não se misturam. Este fenômeno ocorre por vários motivos, como: composição da água, temperatura, densidade, nível de acidez…

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Se você pretende ir para Santarém para conhecer o Caribe Amazônico, então você precisa se planejar para visitar a região na época da vazante dos rios. Afinal, é no período da seca que as lindas praias de água doce aparecem. 

Quer uma dica? Conheça a Ilha do Amor! É um local maravilhoso com águas cristalinas e uma excelente infraestrutura. Você não vai se arrepender!

Se quiser saber mais detalhes sobre este local, leia também nosso artigo “Você conhece Alter do Chão no Pará?”

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Fonte: Canva PRO

Flona do Tapajós

Você gosta de fazer trilhas? Então o passeio pela Floresta Nacional dos Tapajós é ideal para você! Além de poder apreciar diversas espécies de animais e plantas, você também poderá conhecer algumas comunidades locais. 

O mais interessante de tudo é aprender sobre como estas famílias que vivem na floresta conseguem usufruir de forma sustentável dos recursos da natureza. 

Além disso, durante o passeio é possível fazer algumas paradas para um banho de igarapé, e também para almoçar um delicioso tambaqui. 

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Fonte: Canva Pro

Centro Cultural João Fona

De prefeitura à cadeia pública, esta construção do século 19 já teve várias funções para a cidade de Santarém.

Hoje, o centro cultural João Fona funciona como museu, e tem um acervo incrível para quem quer conhecer mais sobre a história da região. 

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Fonte: Wikimedia Commons

Catedral Nossa Senhora da Conceição

Esta catedral é um dos prédios mais antigos da cidade de Santarém. Há algumas teorias que acreditam que ela foi construída sobre um cemitério indígena. 

As duas torres principais tiveram que ser reconstruídas, pois em 1851 as originais desabaram.

No interior da catedral você poderá encontrar vários vitrais com as imagens dos apóstolos, um museu com objetos e imagens barrocas do século 18, além do sino original que tem quase 150 anos. 

Os pontos turísticos em Santarém definitivamente são locais cheios de história para contar. Sem falar na beleza exuberante da natureza desta região. 

Gostou deste artigo? Então, leia também “Excelentes dicas para curtir o Verão Amazônico”.

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Fonte: Wikimedia Commons
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Quem foi Chico Mendes? Conheça a história do ambientalista mais famoso do Brasil

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Você sabia que o dia 17 de julho é o Dia Nacional de Proteção às Florestas? Em homenagem a esta data, não poderíamos deixar de falar sobre um dos ambientalistas mais famosos do nosso país que lutou pela preservação da Amazônia: Chico Mendes. 

Nascido em Xapuri, município do Acre, Chico era filho de Maria Rita Mendes e Francisco Alves Mendes, que trabalhou toda a vida como seringueiro. Seguindo os passos de seu pai, ele também trabalhou com extração de látex por muitos anos. 

Mas, devido à opressão de fazendeiros e grileiros que estavam invadindo a Amazônia para expandir a agropecuária, Chico precisou se tornar um militante para defender os direitos de seu grupo, bem como lutar pela preservação das florestas. 

Nesse artigo, vamos contar um pouquinho sobre a história de Chico Mendes e falar sobre a importância de seu legado. 

Boa Leitura! 

Um pouco da história de Chico Mendes…

Graças a Euclides Távora, um militante do movimento comunista, Chico Mendes aprendeu a ler e escrever. Além de guiá-lo em seu processo de alfabetização, Euclides também foi um grande mentor que influenciou o engajamento de Chico em questões políticas.

Durante o período da Ditadura Militar, houve um grande incentivo por parte do governo para expandir a agropecuária na região Amazônica. Contudo, isso acarretou não só no desmatamento de várias regiões, mas também prejudicou a vida de muitos seringueiros. 

Além de muitas famílias terem sido expulsas de suas casas pelos “novos proprietários” das terras, vários seringais foram destruídos prejudicando a única fonte de renda deste grupo.

Sem falar que com a queda do preço da borracha, os extrativistas começaram a entrar na miséria, pois as relações comerciais com os compradores eram extremamente injustas. 

Diante de toda esta situação, Chico Mendes entrou para o Sindicato de Trabalhadores Rurais de Brasiléia como secretário geral. Lá, Chico organizou movimentos conhecidos como “empates”, onde os seringueiros se juntavam para impedir o desmatamento se colocando diante dos maquinários. 

Em 1977, ele foi eleito vereador de Xapuri pelo MDB (Movimento Democrático Brasileiro). Além disso, Chico também participou tanto da fundação do Sindicato Rural de Xapuri, como do projeto conhecido como União dos Povos da Floresta

Composto por seringueiros, pescadores, indígenas, ribeirinhos, entre outros grupos, este projeto tinha como principal objetivo elaborar estratégias de preservação da Amazônia, e criar áreas de reserva extrativista. 

A luta por um propósito é um legado que nunca morre…

As ações de Chico Mendes começaram a ganhar notoriedade fora do país. Além de atrair a atenção de diversos jornalistas, que acompanharam sua luta pela preservação das florestas, ele foi convidado para uma conferência nos Estados Unidos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).  

Ao explicar a gravidade da situação da Amazônia, e mostrar os impactos ambientais negativos da construção de uma BR que ligaria Rio Branco e Porto Velho, o BID suspendeu o financiamento desta rodovia. 

Mas, é óbvio que este fato não agradou aqueles que achavam que Chico estava atrapalhando o “progresso” da região. Infelizmente, após tantas ameaças, Chico foi assassinado no quintal de sua casa em 1988.

O mandante do crime foi um fazendeiro conhecido como Darly Alves da Silva, que perdeu parte de suas terras para a criação da primeira reserva extrativista no estado do Acre. 

Ainda em vida, Chico recebeu dois prêmios super importantes: o Global 500 da ONU e a Medalha do Meio Ambiente da organização Better World Society.

Uma curiosidade interessante é que a casa onde morava o ambientalista foi reformada para se tornar um memorial. Além disso, vários parques e institutos receberam seu nome para homenagear sua história e legado. 

Gostou de conhecer um pouquinho mais sobre sua história? Então, confira também nosso artigo “Pontos Turísticos no Acre: lugares imperdíveis para visitar

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Confira excelentes dicas para curtir o Verão Amazônico! 

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Finalmente o mês de férias chegou e resolvemos trazer dicas literalmente quentes para você que quer curtir o Verão Amazônico!

É importante que você saiba que o estado do Amazonas é bastante úmido e com temperaturas elevadas praticamente o ano inteiro. Então, você precisa estar bem preparado para enfrentar o calor, que não é para qualquer um!

O mês de julho é um excelente período para visitar a floresta, pois as chuvas já começam a cessar, mas o volume dos rios ainda está muito cheio. 

Se você adora fazer passeios de barco, então este é o seu momento! Conhecer a floresta navegando através dos igarapés é uma experiência inesquecível. 

Nesse artigo, vamos dar várias opções de passeios que você pode fazer para aproveitar bem o Verão Amazônico! Vamos lá? 

Turismo durante o Verão Amazônico

Imersão na Floresta

Se o seu objetivo for uma completa imersão na Amazônia, há várias opções de lodges e bangâlos no meio da selva que ficam há poucas horas de Manaus. 

Dificilmente você conseguirá fazer uma caminhada para explorar melhor a região. Mas, ao invés disso, você poderá conhecer a floresta navegando entre as copas das árvores. Afinal, na época de cheia o nível dos rios pode aumentar até 15 metros. 

Além disso, a probabilidade de você apreciar várias espécies de animais é maior, pois muitos estão no período de reprodução. Portanto, não se assuste caso você aviste uma onça pintada no meio dos galhos. 

Outro passeio super bacana que você não pode deixar de fazer é a visita ao Parque Nacional de Anavilhanas. Lá você poderá desfrutar da incrível experiência de conhecer o famoso boto-cor-de-rosa. 

Além disso, há algumas excursões pelo Rio Solimões que combinam a pesca de piranha e a observação dos jacarés. Esses passeios costumam ocorrer no período da tarde para que você também possa apreciar o pôr do sol na região, que é de tirar o fôlego. 

Nesta época do ano você também terá a oportunidade de apreciar as belíssimas vitórias-régias. Suas flores brancas costumam desabrochar durante a noite e adquirir a coloração rosa nas pontas durante o dia. 

Lembrando que você pode encontrar em nosso site a vitória-régia em conserva. Esta PANC (planta comestível não convencional) é rica em proteínas e antioxidantes, e você pode usá-la em diversas receitas. 

Turistando em Manaus

As hospedagens localizadas dentro da floresta podem não ser muito baratas. Por isso, muitas pessoas optam por ficar em hotéis ou pousadas na cidade de Manaus. 

Se este for o seu caso, saiba que Manaus é uma cidade incrível com várias atrações culturais e gastronômicas. 

Vamos começar com alguns locais que você não pode deixar de visitar, tanto por sua história, como por sua belíssima arquitetura. 

O primeiro deles é o Teatro Amazonas, que foi inaugurado em 1896. Localizado no centro histórico da cidade, este teatro foi construído seguindo os padrões do Estilo Renascentista. 

Riquíssimo em detalhes, ele já foi palco de grandes apresentações artísticas, inclusive internacionais. Não é à toa que ele é considerado um dos teatros mais importantes do nosso país. 

Outro local que você precisa conhecer é o Mercado Municipal Adolpho Lisboa, que foi projetado pelo francês Gustave Eiffel (o mesmo engenheiro da famosa Torre Eiffel). 

Com influências da Art Nouveau, o Mercadão, como é popularmente chamado, é um excelente lugar para você conhecer melhor tanto a culinária, como o artesanato da região. 

Lembrando que na época do Verão Amazônico as temperaturas podem ultrapassar os 30°graus! Portanto, lembre-se sempre de se hidratar e passar bastante filtro solar. 

Como à noite as temperaturas são um pouco mais amenas, uma boa opção é passear na orla da praia de Ponta Negra. Além de ser um local tranquilo para fazer uma caminhada, há várias opções de barzinhos e restaurantes. 

Gostou de todas estas dicas? 

Se for viajar neste mês de julho, não se esqueça de levar alguns snacks amazônicos para fazer um lanchinho no avião. Na Flor de Jambu você encontrará sabores únicos, como o snack de jambu e de Tucupi. Clique no botão abaixo para conhecer!

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Filmes na Amazônia: conheça produções que foram ambientadas na floresta

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Quando falamos sobre filmes na Amazônia, certamente virá a sua mente um clássico dos anos 2000: Tainá

Para quem não se lembra muito bem, Tainá é uma pequena indígena que vive com seu avô próximo ao Rio Negro. Ela cresce ouvindo as histórias e lendas de seu povo. 

Certo dia, ela acaba salvando um macaquinho das mãos de um traficante de animais, que a persegue durante o filme.

Apesar de ser uma obra cativante que conquistou o coração de muitas pessoas, há outras produções cinematográficas que também foram ambientadas na Amazônia, mas não são muito divulgadas. 

Nesse post, vamos falar sobre alguns documentários e filmes na Amazônia que vale a pena você assistir para conhecer um pouco mais sobre a floresta. 

Boa leitura!

Filmes na Amazônia indicados para crianças

Se você tem crianças em casa, nós temos ótimas opções de filmes para estimular o interesse dos pequenos pela nossa floresta desde cedo. 

A primeira indicação é bem conhecida: Rio 2. Esta animação da Blue Sky Studios tem como personagem principal o Blue, uma ararinha azul que descobre que sua espécie está em extinção. 

Embarcando em uma viagem até a Amazônia, Blue e sua família se deparam com a ameaça da destruição. Vale muito a pena assistir! 

Outra animação bem bacana é “Ainbo: a guerreira da Amazônia”. Ainbo é uma adolescedente que nasceu na aldeia de Cándamo e tenta salvar seu povo de homens dominados pela ganância. 

Por último, temos o filme “Amazônia”, que foi dirigido pelo francês Thierry Ragobert. Nesta história, vemos as belezas da floresta na visão de um macaco prego que sempre foi criado em cativeiro. O visual desta produção é maravilhoso!

Confira algumas opções de filmes e documentários

Vamos começar com uma indicação nacional baseada em fatos reais: Pureza. Este filme conta a história de uma mãe que saiu em busca de seu filho que não deu mais notícias após ir trabalhar como garimpeiro. 

Após se deparar com trabalhadores rurais sendo feitos de escravos, e o desmatamento ilegal da floresta, Pureza Lopes busca pelas autoridades para tentar fazer justiça. 

Outra indicação é o documentário “A última floresta”. Lançado ano passado no Netflix, esta produção busca mostrar a rotina do grupo indígena Yanomami, que vive na Amazônia muito antes da chegada dos colonizadores. 

Além de lidar com todas as ameaças com a chegada dos garimpeiros, os Yanomamis lutam para tentar manter suas tradições vivas. 

Para quem gosta destas especulações e lendas sobre civilizações escondidas na Amazônia, uma boa indicação é o filme “Z- A cidade perdida”

Baseado em fatos reais, este filme conta a história do explorador inglês Percy Fawcett que sempre acreditou na existência de uma cidade perdida na floresta Amazônica. 

Mas, em uma de suas expedições Percy simplesmente desapareceu, e até hoje ninguém sabe de seu paradeiro. Este filme conta com artistas famosos como Tom Holland e Robert Pattinson. 

Outra obra que merece ser adicionada à sua lista é “Amazônia Eterna”. Este filme nos faz olhar para a floresta sob diferentes aspectos e levanta a discussão sobre o grande potencial no uso sustentável de seus recursos. 

O mais interessante dessa produção é que o tema levantado não é só debatido por empresários ou ambientalistas, mas também pelo próprio povo da floresta, como os ribeirinhos e os indígenas. 

Gostou das indicações? 

Conta pra gente nos comentários se você conhece mais produções que são ambientadas na Amazônia!

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Entenda porque a teoria de Ratanabá é uma Fake News!

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Provavelmente você deve ter escutado falar sobre uma “grande descoberta arqueológica” feita recentemente. A história sobre Ratanabá, uma cidade perdida na Amazônia, tomou conta das redes sociais. 

Já não bastasse a lenda sobre El Dorado, agora temos que lidar com mais uma teoria completamente infundada que não tem nenhuma base científica. 

O responsável por toda esta história absurda parece estar atrás dos seus 15 minutos de fama. O pior de tudo é que ele está ganhando muito mais tempo do que isso. Tivemos até alguns ministros se reunindo para discutir sobre esta temática. 

Como se não houvesse assuntos muito mais importantes e urgentes para se falar sobre a Amazônia. Mas, nada acontece por acaso. Certamente há uma intenção por trás de toda essa falácia. 

Nesse artigo, vamos explicar porque a teoria de Ratanabá não faz sentido algum. Vamos lá?

Ratanabá: a cidade perdida que nunca existiu

Vamos começar pelo autor desta teoria que se intitula um arqueólogo, mas na verdade não é. Primeiro, ele ficou famoso na TV na década de 90 por seus poderes paranormais. 

Depois, ele resolveu virar ufólogo e gravou um vídeo de um extraterrestre que apelidou de Bilú. Toda esta história não passou de uma jogada de marketing para vender pedaços de terra na região do Mato Grosso onde esse ET foi visto. 

Agora, ele criou um Instituto de Pesquisas chamado Ecossistema Dakila presidido por ele e outros alienados que acreditam ter feito a maior descoberta de todos os tempos: a cidade perdida de Ratanabá. 

Mas, por que essa teoria não faz sentido?

Segundo alguns dados divulgados sobre esta história, Ratanabá teria sido construída e habitada por uma civilização super avançada tecnologicamente há cerca de 450 milhões de anos!

Ou seja, uma civilização que viveu muito antes dos dinossauros, que foram extintos há cerca de 65 milhões de anos. Parece que estes “arqueólogos” do Ecossistema Dakila erraram um pouquinho as contas. 

Outro absurdo é o fato desta cidade perdida ter sido “maior que a grande São Paulo”. Segundo o arqueólogo Eduardo Neves, que estuda sobre a Amazônia há mais de 30 anos, as maiores cidades no século XVI foram Istambul e a Cidade do México. 

Ambas tinham uma população de cerca de 150 mil pessoas. Já a cidade de São Paulo tem aproximadamente 21 milhões de habitantes, sendo a 8° mais populosa do mundo. Faz algum sentido Ratanabá ser maior que isso há 450 milhões de anos atrás? 

Além de tudo isso, foram divulgadas fotos que mostram linhas retas gigantescas no meio da floresta, que segundo esses lunáticos são marcas das antigas construções. 

Mas, de acordo com o especialista Eduardo Neves, a probabilidade destas linhas terem sido feitas por humanos é muito baixa. A explicação mais plausível é de que essas estruturas foram sendo formadas pela erosão ao longo dos anos. 

Ratanabá: uma cortina de fumaça

Toda essa invenção não passa de uma cortina de fumaça para abafar todos os casos criminosos que estão ocorrendo na Amazônia. 

Enquanto vários grupos indígenas protestavam pelo desaparecimento do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips, o atual presidente e alguns ministros estavam twittando sobre Ratanabá. Um absurdo sem precedentes! 

Não podemos esquecer dos reais problemas que envolvem a Amazônia. Além dos crimes bárbaros contra as pessoas que tentam protegê-la, a floresta está sendo destruída indiscriminadamente. 

Segundo dados do Imazon, o desmatamento na Floresta Amazônica em 2021 foi o pior nos últimos 10 anos! Mais de 10 mil quilômetros foram devastados. 

O cenário deste ano continua alarmante. Em apenas cinco meses foram derrubados mais de 3 mil km² da floresta. A Amazônia pede socorro! Não podemos ficar inertes diante de toda esta situação. 

Se quiser saber como você pode ajudar a floresta, acesse o site do Meu Pé de Árvore e conheça melhor sobre o projeto de restauração da Amazônia promovido por esta startup. 

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Porque é importante valorizarmos o trabalho do pequeno produtor e da agricultura familiar?

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Você sabia que a maior parte dos alimentos que chegam à nossa mesa é fruto da agricultura familiar e de pequenos produtos? 

Se engana quem pensa que o agronegócio é o maior responsável por produzir comida e garantir segurança alimentar para os brasileiros. 

Na verdade, o agronegócio é destinado para a produção de commodities. Ou seja, seu foco é a exportação e o estabelecimento de vínculos comerciais. 

Na balança que define aquilo que é prioridade para o governo, claramente o agronegócio ganha disparado. 

Afinal, a agricultura familiar precisa sobreviver com somente 25% das verbas destinadas a este setor, enquanto o agronegócio se beneficia do restante. Uma divisão nada justa, não é verdade? 

Para piorar a situação, em 2020 o governo congelou o financiamento de diversos programas de incentivo ao pequeno produtor. Qual a desculpa? Falta de orçamento!

Neste artigo, vamos explicar melhor sobre a importância da agricultura familiar e como a sua situação atual afeta diretamente a quantidade e qualidade dos alimentos que chegam à sua casa. 

O que é agricultura familiar? 

A agricultura familiar se caracteriza pelos produtores de alimentos que têm como principal mão de obra os próprios parentes. Além disso, a legislação definiu um limite para as propriedades destinadas a esse tipo de atividade econômica. 

Reconhecida por lei como profissão, a agricultura familiar no Brasil é praticada majoritariamente por grupos indígenas, ribeirinhos, pescadores, extrativistas, campesinos…

A produção advinda deste trabalho abastece a mesa de grande parte da população. Além de produzir cerca de 70% dos alimentos que chegam até nós, a agricultura familiar gera emprego para mais de 10 milhões de pessoas. 

Além disso, existe uma característica importante que difere a agricultura familiar do agronegócio: o modelo de produção. 

Enquanto o agronegócio investe em monoculturas, prejudicando o solo e usando quantidades absurdas de agrotóxicos, a agricultura familiar pratica o policultivo. 

Ou seja, os pequenos produtores diversificam suas culturas preservando tanto a qualidade do solo, como dos alimentos. O manejo mais consciente da terra, respeitando o ecossistema da região, ameniza significativamente os impactos negativos sobre a natureza. 

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Créditos: Tamires Kopp/MDA

 A importância da produção familiar

Os agricultores familiares têm importância global, afinal, segundo dados da ONU, eles são os responsáveis por cerca de 80% de toda comida que é produzida no mundo. 

No Brasil, além de gerar empregos, esta atividade econômica é a principal fonte de renda de muitas famílias. Aliás, sua produção influencia diretamente no controle da inflação. 

Além disso, como citamos acima, a agricultura familiar reduz os impactos nocivos ao meio ambiente, pois muitos grupos investem no sistema agroflorestal e na produção de orgânicos. 

O resultado disso são sistemas de plantio sustentáveis que favorecem a regeneração de ecossistemas, e o fornecimento de alimentos mais nutritivos e sem qualquer tipo de veneno. 

Apesar de tudo isso, o agricultor familiar não se encontra em boas condições no atual governo e enfrenta muitos desafios para continuar suas atividades. 

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Fonte: Canva Pro

Situação atual da agricultura familiar e pequenos produtores 

Existem vários programas de incentivo que são destinados à agricultura familiar, como por exemplo: 

  • Pronaf (Programa Nacional da Agricultura Familiar)
  • Pronaf Mulher
  • Pronaf Agroecologia
  • MODERAGRO (Modernização da Agricultura e Conservação dos Recursos Naturais)

Contudo, a realidade é que alguns destes programas tiveram redução significativa do financiamento, e outros sofreram uma completa paralisação. O atual governo alega ter “estourado” seu limite de investimentos para este setor. 

Outro fator preocupante é o avanço do agronegócio que incentiva a exploração de terras. Além do aumento exponencial do desmatamento, pois a monocultura necessita de grandes áreas, diversos grupos familiares (indígenas, campesinos, extrativistas…) são cruelmente assassinados ao tentar defender suas terras. 

Uma realidade triste e absurda na qual as autoridades responsáveis simplesmente fecham os olhos. Contudo, nós podemos fazer a diferença na vida destas pessoas!

Para apoiar e incentivar o trabalho de pequenos produtos, busque investigar a origem dos alimentos que você está adquirindo. 

Em nosso site, ao clicar nos produtos você poderá verificar se ele é fruto da agricultura familiar, de uma pequena/média empresa, se a produção é gerenciada por uma liderança feminina, ou até mesmo se os produtores são pesquisadores/cientistas. 

Fontes: 

https://www.politize.com.br

https://diplomatique.org.br/o-agronegocio-produz-comida/

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Conheça a autêntica Culinária Paraense!

tacacá

Com fortes influências indígenas, e com ingredientes tipicamente amazônicos, a Culinária Paraense é diferenciada e extremamente rica em sabores. 

A abundância de insumos que a maior floresta tropical do mundo proporciona para a região norte permite a construção de pratos que ficam na memória de quem os experimenta. 

Além disso, muitos preparos específicos que são de herança indígena fazem toda a diferença no resultado final das receitas. 

É por isso que podemos dizer que a Culinária Paraense carrega em suas raízes a autenticidade do nosso país! 

Neste artigo, vamos falar sobre as principais características e ingredientes da gastronomia do estado do Pará. Preparado para ficar com água na boca? 

Culinária Paraense

Principais ingredientes

Antes de citar as receitas típicas, precisamos falar dos principais ingredientes que aparecem nesta culinária. Ingredientes, inclusive, que são considerados exóticos em outros estados do Brasil. 

Vamos começar pelas frutas? Muito provavelmente você já deve conhecer o cupuaçu, mas você já experimentou o baruci, o taperebá ou o muruci? No Pará, elas são muito comuns no preparo de várias sobremesas, principalmente de geleias e sorvetes. 

muruci fruta

Além disso, também temos a forte presença do Açaí, que na Culinária Paraense é consumido de uma forma bem diferente comparado a outras regiões. Os principais acompanhamentos são farinhas e até mesmo pescados. 

Agora, falando de ingredientes que aparecem mais em pratos salgados, não podemos deixar de citar o famoso tucupi

Esse caldo amarelado encontrado facilmente em feiras livres é um dos produtos mais marcantes da gastronomia da região. Afinal, ele traz um toque de acidez especial para as receitas. 

Uma curiosidade interessante é que seu processo de produção pode levar vários dias, pois é necessário eliminar todas as toxinas que ele possui quando está em seu estado natural.

Se quiser conhecer mais sobre este ingrediente, confira nosso artigo “o que é o tucupi?”.

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Assim como o tucupi, temos outro ingrediente que também vem da mandioca: a maniva. Na verdade, a maniva são as folhas da mandioca que são utilizadas para cozinhar um dos pratos mais famosos na época do Círio de Nazaré, a maniçoba. 

Além de tudo isso, não podemos esquecer do nosso querido jambu. Nós podemos encontrá-lo tanto na preparação de deliciosos pratos, como também em bebidas. 

A Cachaça de Jambu do Meu Garoto, por exemplo, faz um grande sucesso tanto pelo seu sabor, bem como pela sensação de dormência na boca devido a uma substância anestésica natural deste ingrediente. 

cachaça de jambu caipirinha

Pratos típicos

Vamos começar com um dos clássicos da Culinária Paraense: o pato no tucupi. Apesar de haver certas adaptações utilizando outros tipos de proteína, a carne de pato faz toda a diferença no sabor. 

Além do caldo do tucupi, esta receita leva folhas de jambu que agregam um toque super especial. Os acompanhamentos mais comuns são arroz e farinha.

Estes mesmos acompanhamentos também aparecem na maniçoba. Como citamos, a maniva é um dos ingredientes principais, junto com algumas partes da carne de porco. É como se fosse uma variação da feijoada.

Outro prato típico que você encontra facilmente em várias barraquinhas nas ruas de Belém é o Tacacá. Seu preparo também leva o tucupi e as folhas de jambu, mas a proteína principal são camarões secos. 

Se você gosta de camarão, então você também não pode deixar de experimentar o caruru e o vatapá do Pará. O preparo é um pouco diferente das versões que são feitas na Bahia. 

O vatapá, por exemplo, não leva amendoim e nem é cozinhado com peixe. O caldo é feito somente com camarões. Para adicionar um toque especial, você pode finalizar com um pouco de tucupi. 

Bate uma fome falar de comida, não é mesmo? 

Se você ficou com vontade de preparar estas receitas, mas não sabe onde encontrar esses ingredientes, então clique no botão abaixo e conheça melhor todos os produtos da nossa loja!

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Descubra os principais benefícios do jambu para a saúde!

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Você deve ter ouvido falar que o jambu traz uma sensação de formigamento curiosa na boca, não é verdade? Mas, você já ouviu falar dos benefícios do jambu para a saúde? 

Esta hortaliça presente em várias receitas típicas do norte do Brasil gera um interesse não só da gastronomia, mas também da indústria farmacológica e de cosméticos. 

Isso porque, o jambu possui propriedades medicinais muito promissoras. Sabe-se que vários grupos indígenas da região Amazônica utilizavam o jambu não só na culinária, mas também como fitoterápico para a cura de várias doenças. 

Natural da América do Sul, o jambu é comum no Brasil, Venezuela, Colômbia e também nas Guianas. Mas, o aumento de sua popularidade está fazendo com que o jambu atravesse fronteiras mais distantes sendo cultivado em outros continentes, como a Europa. 

Nesse post, vamos falar sobre algumas curiosidades do jambu e contar quais são os seus principais benefícios para a saúde. Vamos lá? 

Curiosidades sobre o Jambu

Esta hortaliça recebe vários tipos de denominações dependendo da região. Na Amazônia, há duas plantas que são conhecidas como jambu. 

  • O jambuassu, também chamado de botão-de-ouro por conta do tom amarelo dourado de suas flores. Esta espécie é a mais cultivada. 
  • A jamburana, que também leva o nome de jambu-branco e possui as flores com um tom de amarelo mais claro. 

Ambas são consideradas uma variedade da espécie Acmella oleracea. Enquanto o jambuassu é mais utilizado na culinária, pois suas folhas tem um sabor mais forte, a jamburana é mais explorada para fins medicinais. 

Benefícios do Jambu

O Jambu é um poderoso anestésico natural por conta da presença do Espilantol. Por isso, a medicina popular sempre o utilizou para o alívio de dores de garganta, inflamações na boca e dores de dente. 

Além disso, a infusão de suas folhas é usada para amenizar sintomas da tuberculose, bem como no tratamento de problemas digestivos. 

Também há relatos de que o jambu é um poderoso remédio natural contra a anemia. Afinal, ele possui ferro, fósforo, sais minerais, cálcio, proteínas, além de ser rico em vitaminas. 

Principais Vitaminas 

Uma das vitaminas presentes no Jambu é a B1, também conhecida como Tiamina. Esta vitamina influencia nas funções do nosso metabolismo, além de atuar no nosso sistema nervoso.  

Sua deficiência pode ocasionar sintomas como fadiga, exaustão e distúrbios do sono, pois ela auxilia diretamente na produção de energia do nosso organismo.

Além disso, o jambu também tem Vitamina B2, a riboflavina. Assim como a B1, esta vitamina também atua na metabolização de carboidratos, lipídios e açúcares, proporcionando energia para o nosso corpo. 

Ademais, a vitamina B2 tem ação antioxidante e ajuda a melhorar a produção de hormônios da nossa tireoide. Sem falar que ela é excelente para a saúde dos nossos olhos e pele. 

Por último, o jambu é rico em Vitamina C, que é de extrema importância para manter nosso sistema imunológico em dia. Por isso, o chá de suas folhas é bastante indicado para quem sofre de escorbuto, que é uma doença ocasionada pela falta desta vitamina. 

Conheça agora alguns dos nossos produtos feitos com jambu! 

Produtos de Jambu

Como falamos no comecinho do artigo, o jambu é um ingrediente super presente na culinária nortista. Ele aparece não só na preparação de receitas, mas também na produção de bebidas.

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Cachaça de Jambu
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Molho de Pimenta Cumari com Jambu
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Flor de Jambu Desidratada
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Tremidão (concentrado de jambu)

Gostou de conhecer um pouco mais sobre o Jambu? 

Então, não perca a oportunidade de provar esta iguaria! Clique no botão abaixo e conheça mais sobre os nossos produtos! 

Referências: 

DA SILVA MEIRELES, Sheila Cristina Torres. A utilização de princípios ativos na Cosmetologia–Os benefícios do Jambu.

CARDOSO, M. O.; GARCIA, L. C. Jambu (Spilanthes oleracea L.). Embrapa Amazônia Ocidental-Capítulo em livro científico (ALICE).