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Conheça os Incríveis Benefícios do Cacau!

CACAU

A Páscoa está cada dia mais próxima e já dá pra sentir o cheirinho de chocolate no ar! Mas, você conhece os principais benefícios do cacau, a principal matéria prima do nosso amado chocolate? 

Essa fruta, nativa das florestas com clima tropical da América Central e do Sul, já foi uma valiosa moeda de troca. 

De acordo com registros históricos, os primeiros adoradores do cacau foram as civilizações pré-colombianas. Misturado com várias especiarias, suas sementes eram usadas para produzir uma bebida quente considerada divina. 

Após sua chegada no velho mundo, os europeus adicionaram alguns ingredientes novos na receita da bebida feita de cacau, como o açúcar. Além disso, foi somente no século 19 que o chocolate em barra, como consumimos hoje, foi criado. 

Apesar de muitos considerarem o chocolate como vilão, o problema não é sua matéria-prima, mas sim aquilo que adoça ele! Afinal, o cacau puro tem vários benefícios para a nossa saúde, principalmente para o nosso sistema cardiovascular! 

Como o Dia do Cacau está chegando (26 de março), resolvemos falar um pouquinho das propriedades incríveis deste alimento que vai te surpreender! 

Boa leitura! 

História do Cacau no Brasil

O cacau tem grande importância histórica e econômica para o nosso país. Apesar de ser oriundo das bacias do rio Amazonas, seu cultivo foi muito bem sucedido no Nordeste. 

No século 19, na mesma época do ciclo da borracha, o Brasil vivenciou o ciclo do cacau. Neste período, assumimos as primeiras posições de produtores mundiais do cacaueiro. 

Além de gerar grandes riquezas para o Brasil, a produção do cacau, principalmente no estado da Bahia, influenciou muito a cultura deste estado. 

Atualmente, alguns países da África lideram o ranking de produção, mas o Brasil ainda está entre os 10 maiores produtores de cacau do mundo. 

Benefícios do Cacau

Como falamos, o cacau possui propriedades que são muito benéficas para a nossa saúde, a começar pela presença dos polifenóis, que atuam como poderosos antioxidantes no nosso organismo. 

Além disso, esta fruta também contém flavonóides, que são da classe dos fitoquímicos e também tem ação antioxidante e anti-inflamatória no nosso corpo. 

Combatendo o estresse oxidativo, esses compostos auxiliam na prevenção de doenças degenerativas como Alzheimer, Parkinson, alguns tipos de câncer, aterosclerose, entre outros. 

Sem falar que estas substâncias também são essenciais para manter nossa saúde cardiovascular. Afinal, além de auxiliarem no controle dos níveis de colesterol, diminuindo o LDL, eles possuem propriedades vasodilatadoras. 

Ou seja, aumentam o fluxo sanguíneo, melhorando a oxigenação do seu organismo, e diminuem sua pressão arterial, evitando a ocorrência de infartos e AVCs. 

Lembrando que o cacau também estimula a produção de serotonina (o hormônio da alegria). Sabe aquela sensação de bem estar e prazer que sentimos logo após comermos um chocolate?? É graças ao cacau! 

Contudo, para usufruir destes benefícios, o recomendado é utilizar o cacau em pó em suas receitas. Caso você não aceite abrir mão de comer aquele chocolatinho, então opte por aqueles com maior porcentagem de cacau em sua composição. 

A escolha mais fitness e saudável é o chocolate 70%. Mas, se você acha muito amargo, também há aqueles com 60% e 45%. E a boa notícia é que na Flor de Jambu você encontra todas estas opções!

Os chocolates amazônicos são feitos com o cacau cultivado por agricultores familiares da região do Rio Tocantins. Além de sua produção ser de forma sustentável, o cacau da Amazônia é considerado um dos melhores do mundo! Sabia disso?? 

Gostou de conhecer mais sobre os principais benefícios do cacau?? 

Bateu aquela vontade de experimentar?? Então, não perca tempo e aproveite as promoções especiais desta semana!

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Descubra sobre a origem do chocolate!

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Tem algum chocólatra aí? Por acaso você já conhece a história por trás da origem do chocolate? 

Vamos viajar para 1.500 anos a.C. Mais especificamente na região da Mesoamérica, onde hoje localiza-se o México. Ali, viviam os povos Olmecas que já cultivavam uma planta conhecida mais tarde pelos maias como Cacahuaquchtl.

Apesar de não haver registros escritos de como esta civilização usava esta planta para produzir seu chocolate, acredita-se que eles a transformavam em um tipo de bebida que era tomada em rituais e cerimônias religiosas. 

Para conhecer mais sobre a origem do chocolate, continue lendo o texto e entenda porque este alimento sempre foi adorado desde a antiguidade.

Boa Leitura!

Qual a verdadeira origem do chocolate?

Povos Olmecas e Maias

Como citamos, a primeira civilização que cultivava e consumia a planta de cacau foram os Olmecas. Contudo, os povos Astecas e Maias possuem registros mais detalhados de como eles usavam as sementes torradas do cacau para produzir a “bebida dos deuses”.

Os Maias, por exemplo, pegavam as sementes moídas e misturavam com água, mel, pimentas e milho. Desta mistura, eles produziam um líquido espumoso e amargo que era comum em celebrações importantes. 

Esta civilização teve um grande crescimento comercial devido às suas plantações de cacau em regiões no sul do México, onde hoje é a Guatemala. Por isso, era comum encontrar o chocolate na refeição de muitas famílias nesta época. 

Povos Astecas

Os Astecas acreditavam que o chocolate era um presente do deus Quetzalcoatl (que significa serpente com plumas). Por isso, além de ser um privilégio para os nobres, governantes e soldados, as sementes do cacau se tornaram uma importantíssima moeda de troca, mais valiosa até que o ouro.

O governante asteca Montezuma II era um grande apreciador deste alimento e sempre bebia seu chocolate em taças feitas de ouro. Foi ele que apresentou esta adorada bebida ao explorador espanhol Hernán Cortés, que mais tarde lhe traiu para poder colonizar o México. 

A origem do chocolate na Espanha

Hernán Cortés, ao chegar no México em torno de 1519, foi recebido de forma cordial por Montezuma II, que lhe preparou um banquete com muito “tchocolath” (nome da bebida feita com as sementes do cacau).

Ao perceber que este alimento tinha um enorme valor para estes povos, Hernán Cortés começou a cultivar o cacau para o rei da Espanha, Carlos V. Desta forma, ele poderia se beneficiar ao trocar suas sementes pelo ouro dos astecas. 

Neste período, a Espanha se encantou pela novidade trazida das Américas, e os espanhóis resolveram incrementar o açúcar nas receitas do chocolate para torná-lo menos amargo. 

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Bebida de Chocolate
Imagem Canva Pro

O chocolate se espalha pela Europa

Por muito tempo, a Espanha manteve em segredo esta iguaria que era muito apreciada pela realeza e pelos nobres que eram membros da corte.

Entretanto, um comerciante italiano chamado Antonio Carletti descobriu a receita do chocolate e começou a difundir na Itália. 

Mais tarde, o chocolate também chegou à França graças à união entre o rei francês Luís XIII e a pequena rainha da Espanha, Ana D’Áustria, que tinha somente 14 anos e era uma grande adoradora deste doce. 

Apenas no fim do século XVII que o chocolate começou a se espalhar pelo resto da Europa e ganhou casas muito frequentadas, principalmente na Inglaterra. 

Contudo, foi somente após a Revolução Industrial que a produção de chocolate se intensificou, e seu preço se tornou mais acessível para a população, deixando de ser um privilégio só da nobreza. 

Nos dias atuais temos uma variedade incontável de chocolates que são misturados com todos os tipos de ingredientes. Mas, você já ouviu falar do chocolate amazônico?

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Chocolate Amazônico

Na região do Rio Tocantins, agricultores familiares cultivam e produzem esta delícia. Alias, é importante frisar que o cacau desta região é considerado um dos melhores do mundo, e o chocolate amazônico não contém corantes, conservantes ou estabilizantes.  

Se você deseja conhecer melhor sobre este chocolate que é fruto de uma produção sustentável, então clique no botão abaixo e compre agora mesmo o seu!

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Como transformar um trabalho de faculdade em receita de sucesso

Esta é a história da Fábrica de Biscoitos e Bombons Regionais Delícias da Amazônia, da empresária Simy Tobelem, cujos produtos têm feito bastante sucesso em São Paulo e outras cidades do Brasil.

Biscoitos da Delícias da Amazônia

Rosca e cajuzinho de castanha-do-Pará, casadinho de cupuaçu, beijo de moça, bombom de chocolate recheado com castanha-do-Pará e doce de cupuaçu e bacuri são os principais produtos que dão água na boca de muita gente e agora também podem ser adquiridos na loja Flor de Jambu.

Tudo começou, no ano 2000, quando Simy cursava a Faculdade de Administração e teve que fazer um trabalho, que tinha como objetivo criar uma empresa.

Como sempre gostou de cozinha e de doce, Simy inventou a Fábrica de Biscoitos Delícias da Amazônia. E começou a fazer os biscoitos de castanha-do-Pará e a vender para os colegas de turma. Todo mundo adorou, a professora aprovou o projeto e ela ganhou uma boa nota. Mas que bom que a história não terminou por aí.

“Com o decorrer do tempo, as pessoas passaram a procurar pelo produto. Aí eu comecei a fabricar em casa. Só que um belo dia, minha mãe me expulsou de lá porque não queria uma filha biscoiteira e a casa estava cheia de açúcar, e não era para eu inventar mais nada”, contou Simy, lembrando o início do seu empreendimento no ano de 2001.

Incentivo do pai foi fundamental

Administradora e empresária Simy Tobelem

Na época, seu pai, que já estava doente e acamado, chamou-a e disse: “Simy, tens pinto para dar água? E ela retrucou: “Como assim pai? E ele esclareceu: “Tu tens filho? Tu tens custo com alguma coisa? Porque na última das hipóteses tu tens a tua cama aqui”. O incentivo do pai foi fundamental para que ela decidisse continuar com o seu projeto, que, mais tarde também conquistou o apoio da sua mãe.

O pai também sugeriu que ela providenciasse logo embalagens padronizadas com a gráfica que já prestava serviço à família. “No próprio projeto da faculdade eu já tinha visto o que era necessário para a embalagem como as informações nutricionais, o código de barra, pois tudo isso havia sido analisado”, informou Simy.

Daquele ano até os dias atuais, a Fábrica de Biscoitos e Bombons Regionais Delícias da Amazônia passou por várias etapas. Simy considera que foi até fácil entrar no mercado de Belém por conseguir negociar diretamente com os proprietários dos estabelecimentos, como da Rede de Drogarias Big Ben, cujos donos eram amigos dos seus tios. Então, seus biscoitos passaram a ser comercializados em algumas lojas dessa rede. Na época, ela produzia de forma bastante artesanal apenas 40 quilos de biscoito por mês, o que eram suficientes para cobrir a demanda no grupo de cinco a sete lojas.

Financiamento para expandir a fábrica

Para expandir o seu negócio, Simy conseguiu financiamento do FNO, tendo apenas 22 anos de idade. “O Banco da Amazônia me acompanhou por muitos anos. Com esse financiamento foi possível adquirir equipamentos e utensílios fundamentais para a produção como fornos, batedeiras e formas”, disse a empresária, que, hoje, 18 anos depois, produz quatro toneladas de produtos por mês.

Produtos, que já conquistaram e continuam conquistando clientes em diversos estados brasileiros, como São Paulo, onde tem marcado presença em coffee breaks e diversos eventos.

Além da Big Ben, Simy passou a fornecer para os supermercados do Grupo Yamada, infelizmente, ambos os grupos não existem mais. Hoje, ela abastece duas grandes redes de supermercados, 14 lojas do Grupo Líder; e cinco do Grupo Formosa, com cinco lojas. Fornece, ainda, para os diversos cafés e lojas de conveniência da capital paraense.

Simy atua também na montagem de mesas de café e licor para vários tipos de evento, como 15 anos, casamentos, e ainda produção de salgados congelados para fritar, brigadeiro gourmet e docinhos tradicionais para diversas ocasiões.

Estoque de frutas regionais

A castanha-do-Pará é uma das principais frutas usadas no preparo dos biscoitos

Para evitar falta de matéria-prima para a produção de biscoitos e bombons de chocolate recheados com frutas regionais como castanha-do-Pará, cupuaçu e bacuri, ela mantém estoque congelado para que não falte no período da entressafra. Dessa forma, Simy garante a produção durante o ano inteiro. “Eu uso uma tonelada e meia de cupuaçu por mês, então tenho que me antecipar e garantir a matéria prima para os meus produtos”, informou a empresária.

Ela contou que em 2017, faltou castanha-do-Pará no estado porque toda a produção foi exportada. “Com essa situação, o preço aumentou absurdamente. Uma caixa de castanha de 20 quilos, que hoje eu compro por R$ 400,00 chegou a custar R$ 1.600,00. A vantagem é que tenho bom relacionamento com os meus fornecedores e eles me avisam com antecedência dos problemas permitindo que eu me previna. Então em consegui me antecipar e comprar a quantidade que eu precisava”, disse Simy.

Receitas de família

Segredos não revelados dão sabor especial às receitas de família

Quanto às receitas de todas as delícias que produz, Simy disse que algumas são de família e outras aperfeiçoadas. “Normalmente, as receitas passam pela minha gerente geral Márcia Silva, que é muito boa de cozinha”, afirmou a empresária.

Uma curiosidade é que muitas clientes não se contentam e vão até a fábrica para saber como tudo é feito. Simy mostra, mas não revela todos os segredos das suas receitas. “Senão eu perco o meu cargo de primeiro lugar no mercado”, justificou, sem falsa modéstia.

Apesar da elevada produção, a Delícias da Amazônia conta com apenas oito empregados fixos, porém, em algumas épocas do ano, a equipe ganha reforço com diaristas, como nos meses de outubro, novembro e dezembro. “A partir de outubro, com o Círio de Nazaré, a demanda aumenta cerca de 30% e segue até dezembro com o Natal”, disse Simy.

Visando à exportação

Simy vê seus concorrentes com bons olhos porque observando a qualidade dos produtos dos outros é possível comparar e melhorar cada vez mais os seus. “Hoje, sem falsa modéstia, eu sei que nós somos a melhor fábrica de biscoito como de salgado congelado. Sei que estamos no caminho certo porque estamos sempre buscando a qualidade”, disse Simy.

Fora de Belém, como no Rio de Janeiro e São Paulo, a Delícias da Amazônia prefere atender a pequenos estabelecimentos e não as grandes redes comerciais.

“No Brasil, não é fácil ser empreendedora, a gente trabalha três a quatro vezes mais e a maioria do dinheiro vai embora em impostos. Então, você tem que trabalhar muito sim. Porque vale muito mais a pena você empreender do que ser funcionário de alguém. É cansativo, todo dia tem que matar um leão. Se não matar um hoje, temos que matar dois amanhã. Só com o tempo, a gente consegue enxergar o retorno”.

Por conta da dificuldade em distribuir seus produtos internamente, ela está pensando em ingressar na área de exportação. “Eu acredito que é a única maneira de eu ter um melhor retorno do meu trabalho.

Texto: Roberta Vilanova

Fotos: Delícias da Amazônia